O País só não terá um crescimento maior, na visão de Rizzieri, porque o crescimento mundial previsto será em torno de 2%, reduzindo as possibilidades de o Brasil deslanchar. Toda a situação econômica deste ano terrorismo, crise argentina, guerra do Afeganistão já está incorporada à analise do economista.
O bolso do trabalhador, no entanto, não deverá sentir toda a tranquilidade esperada para a macroeconomia. Os preços administrados pelo governo (energia, água, combustível, gás de cozinha) deverão continuar subindo acima da inflação, como vem ocorrendo há cerca de três anos, observa Rizzieri. ''A situação não vai mudar porque o governo quer continuar forçando as privatizações e estimulando a oferta'', comenta. Mas ele não acredita que as tarifas públicas sofrerão reajustes ''muito assustadores''.

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