PAINEL ECONÔMICO
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quinta-feira, 06 de outubro de 2016
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Poupança volta a perder recursos, e saque no ano soma R$ 50,5 bi
O volume de recursos que os investidores sacaram da poupança em setembro, já descontadas as aplicações, foi de R$ 2,352 bilhões, informou ontem o Banco Central (BC). Os saques líquidos de setembro foram inferiores aos verificados em agosto, de R$ 4,466 bilhões. Com o resultado do mês passado, a fuga dos investimentos da aplicação entre janeiro e setembro chegou a R$ 50,539 bilhões. O resultado ficou próximo dos R$ 53,791 bilhões de saques líquidos verificados no mesmo período de 2015, o maior para o período na série histórica do BC, iniciada em janeiro de 1995. Em função da crise econômica, que faz as famílias recorrerem aos recursos da poupança para fechar as contas, foram verificados saques líquidos em todos os meses deste ano. (Agência Estado)
Varejo tem queda de 0,6% em setembro, conforme Serasa
Crédito caro e escasso, desemprego e inflação elevada desencorajam o consumidor a gastar em lojas. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o varejo brasileiro teve recuo de 0,6% no mês de setembro em relação a agosto. A retração foi de 6,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, enquanto a queda acumulada no ano foi de 7,7%. Entre as categorias pesquisadas, metade registrou queda. O recuo mais acentuado ocorreu no segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, com retração de 1,9%. Em seguida, aparece o setor de combustíveis e lubrificantes, negativo em 1,5%, e, depois, veículos motos e peças, com retração de 1,2%. (Agência Estado)
Agosto registra melhor resultado para financiamento de veículos
O mês de agosto registrou o melhor resultado do ano no mercado de crédito para aquisição de veículos. Os recursos liberados na carteira de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) totalizaram R$ 7,2 bilhões, valor 9,1% maior do que o registrado em julho e 1% superior ao mesmo mês de 2015. O maior montante havia sido registrado em março deste ano, quando foram liberados R$ 6,6 bilhões. Os números são da Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras (Anef). Em relação aos juros, as taxas cobradas pelos bancos das montadoras foram mais atrativas aos consumidores. Os bancos independentes ofereceram em agosto taxas de 1,96% ao mês e de 26,2% ao ano e os bancos das montadoras, de 1,77% e 23,43%, respectivamente. (Agência Estado)


