Impostômetro atinge marca de R$ 200 bilhões neste domingo
Os brasileiros pagaram desde o início de 2016 um total de R$ 200 bilhões em impostos, taxas e contribuições, estima o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A marca vai ser alcançada às 7h40 deste domingo. No ano passado, esse volume foi atingido um dia depois, em 1º de fevereiro. A entidade nota que, embora tenha havido queda em termos reais, a arrecadação do ano passado teve crescimento nominal. "Por causa disso, é ainda mais importante que o governo controle seus gastos e defina prioridades em suas despesas, assim como faz o trabalhador, cujo rendimento médio também caiu", escreveu, em nota, o presidente da ACSP, Alencar Burti. O Impostômetro tem por objetivo "conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária".

Alta do IPP em 2015 é puxada por alimentos e produtos químicos
A alta de 8,84% no Índice de Preços ao Produtor (IPP) em 2015 foi puxada principalmente pelos setores de alimentos e outros produtos químicos, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas três segmentos da indústria registraram queda de preços no ano passado, apontou o órgão. De acordo com o IBGE, o maior impacto veio da indústria de alimentos, cujos preços subiram 14,28% no ano passado. Com isso, o impacto gerado foi de 2,72 pontos porcentuais. Em seguida vieram os outros produtos químicos, com alta de 11,96% e contribuição de 1,24 ponto porcentual. O segmento de papel e celulose, muito atrelado ao comportamento do câmbio, viu seus preços subirem 21,21% no ano passado.

Pilotos e comissários prometem greve na quarta em 12 aeroportos
Pilotos e comissários rejeitaram proposta de reajuste das empresas aéreas e aprovaram ontem a realização de greve nos principais aeroportos do País. Uma paralisação foi marcada para o dia 3, quarta-feira, das 6h às 8h, nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Santos Dumont, Galeão, Viracopos, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza. A orientação para a categoria é que os voos no horário da paralisação não ocorram. Os tripulantes também foram orientados a explicar aos passageiros que a paralisação decorre do direito de greve. O Sindicato Nacional dos Aeronautas, que representa a categoria, pede 11% de reajuste, retroativos à data-base, em 1º de dezembro. As companhias aéreas propõem aumentados parcelados, em fevereiro, junho e novembro, sem retroatividade.

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