Consumo de energia cai 8,3% no País em janeiro
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) informou que entre os dias 1 e 26 de janeiro o consumo de energia elétrica no País recuou 8,3% ante o mesmo período do ano passado, somando 59.115 MW médios. A geração, por sua vez, teve queda de 8,6% na mesma base de comparação, com 61,145 MW médios. Os dados são preliminares. Especificamente sobre o consumo de energia, houve reduções de 8,5% no mercado cativo (ACR), no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, e de 7,8% no Ambiente de Contratação Livre (ACL), no qual consumidores compram energia diretamente dos fornecedores. Entre os ramos industriais, que considera dados dos autoprodutores, consumidores livres e especiais, houve queda de consumo de energia em todos os segmentos.

Pela 1ª vez na história, Brasil estará entre 10 maiores cotistas do FMI
O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou que as condições para a implementação da esperada reforma de cotas foram satisfeitas e os países emergentes vão ganhar poder na instituição. O Brasil passa a ficar, pela primeira vez na história, entre os dez maiores cotistas do FMI, criado em 1944 e formado por 188 países-membros. Outro fato inédito na história do Fundo é que quatro emergentes estarão entre os dez maiores cotistas. Além do Brasil, ganharam força na instituição China, Rússia e Índia. Os Estados Unidos seguem como os maiores cotistas do FMI, seguidos por Japão, Alemanha, França, Reino Unido e Itália. Com a reforma, no ranking projetado de maiores cotistas, a China fica em terceiro lugar e o Brasil em décimo.

Custo do transporte rodoviário supera o frete em 12,9%
O custo do transporte rodoviário no Brasil superou, em janeiro deste ano, o frete cobrado pelas empresas em 12,9%, mostra pesquisa feita ontem pela NTC&Logística com 300 companhias do segmento, durante a realização do Conselho Nacional de Custos, Tarifas e Mercado, o Conet. A diferença é menor do que a observada em janeiro do ano passado, de 14,11%, mas superior à verificada em agosto, de 10,14%. O levantamento é realizado duas vezes por ano. Segundo Lauro Valdivia, assessor técnico da NTC&Logística, o aumento da diferença na comparação com agosto se deve a uma combinação de vários fatores mencionados pelos empresários, mas destacou três deles: a elevação do preço do combustível, a alta dos salários dos funcionários e a menor demanda por transporte de carga, como consequência da recessão.

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