PAINEL ECONÔMICO
Índice de Confiança do Consumidor volta a crescer em janeiro
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,5 pontos entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, atingindo 67,9 pontos. O indicador voltou a crescer, depois de uma queda de 2 pontos em dezembro. A alta do ICC foi provocada tanto pelo grau de confiança dos consumidores no momento presente quanto pela sua confiança em relação aos próximos meses. O Índice da Situação Atual, que mede o momento presente, subiu 1,1 ponto, depois de oito meses em queda. O Índice de Expectativas, que mede a avaliação dos consumidores em relação ao futuro, avançou 3,4 pontos, atingindo o maior patamar desde agosto de 2015. Apesar da alta do ICC em relação a dezembro de 2015, houve queda de 13,2% na comparação com janeiro de 2015.
Alemanha corta projeção para crescimento do PIB em 2016 de 1,8% para 1,7%
O governo alemão cortou levemente a previsão para o crescimento econômico do país neste ano, em meio à desaceleração em mercados emergentes, mesmo que o consumo doméstico forte e o emprego em nível recorde continuem a impulsionar a maior economia europeia. O governo da Alemanha prevê agora que o Produto Interno Bruto (PIB) avance 1,7% neste ano, abaixo da projeção de 1,8% de outubro. Em 2015, o PIB alemão cresceu 1,7%. O ministro da Economia e vice-chanceler alemão, Sigmar Gabriel, disse que os números são uma prova do sucesso das políticas econômicas e para o emprego, mas não representam garantias para o futuro. "Nós temos agora de estabelecer o rumo para o futuro, a fim de que a Alemanha possa ser uma localidade industrial de liderança e eficiente também daqui a dez anos", afirmou Gabriel em comunicado.
Governo brasileiro apoia reeleição de Christine Lagarde
O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, manifestou apoio do governo brasileiro à reeleição da diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde. "A permanência de Lagarde no FMI é fundamental para o enfrentamento adequado dos atuais desafios econômicos mundiais", destacou Barbosa, em nota. "[Temos] confiança na habilidade de Lagarde na condução de temas ultilaterais, especialmente num momento em que a reforma de cotas entra em vigor, proporcionando maior representatividade dos países emergentes no FMI", ressaltou o ministro no texto. Na semana passada, Lagarde anunciou sua candidatura a um segundo mandato no comando da instituição. Pesa contra ela, porém, o caso judicial em que está envolvida na França. Lagarde é suspeita de "negligência" na gestão de fundos públicos por ter concedido uma indenização multimilionária do Estado ao empresário Bernard Tapie, em 2007, quando estava à frente da pasta das Finanças. O novo titular do FMI será designado em março.





