Benefício do INSS acima do mínimo sobe 11,28%
Os benefícios do INSS acima do salário mínimo terão reajuste de 11,28%, de acordo com o Ministério do Trabalho e da Previdência Social. O percentual se refere ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), divulgado na última sexta-feira. O reajuste se aplica aos benefícios concedidos até janeiro de 2015. Quem passou a receber do INSS a partir de fevereiro receberá o reajuste de acordo com o INPC acumulado desde a concessão do primeiro pagamento. De acordo com portaria publicada ontem pelo ministério, o teto do INSS sobe de R$ 4.663,75 para R$ 5.189,82. Para quem ganha o mínimo, o aumento foi de 11,67%, de R$ 788 para R$ 880.

Governo quer igualar regras no comércio eletrônico
O governo estuda mudanças na regulação do comércio eletrônico no Brasil. De acordo com o secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Marcelo Maia, a ideia é igualar regras das empresas que atuam nesse tipo de varejo, que muitas vezes não respondem às mesmas exigências de atendimento ao consumidor, trabalhistas e tributárias.

A preocupação principal é com a atuação de empresas que não têm presença física no Brasil, que acabam tendo custos menores por não terem que seguir normas como as previstas no Código de Defesa do Consumidor, por exemplo. "Há uma preocupação recorrente porque é um mercado que cresce a dois dígitos", completou. Deverão ser estabelecidas regras mínimas como direitos do consumidor, prazo de entrega e meios de pagamento utilizados.

Companhias captam R$ 124,8 bi, menor valor em sete anos
As companhias brasileiras captaram R$ 124,8 bilhões no ano passado, o pior volume em sete anos, de acordo com dados divulgados ontem pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Desse total, R$ 92,766 bilhões foram emissões de renda fixa no mercado local, montante que representou, no entanto, recuo de 38% ante o visto no ano anterior. "O baixo dinamismo da economia doméstica, o ambiente volátil internacional e os sucessivos rebaixamentos das notas de risco do País contribuíram para o resultado negativo", explica Carolina Lacerda, diretora da Anbima. No mercado externo, as captações das empresas brasileiras somaram US$ 8,058 bilhões no ano passado, ante US$ 45,485 bilhões em 2014.

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