PAINEL ECONÔMICO
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 06 de janeiro de 2015
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Vendas de Natal em Curitiba são as piores em quatro anos
O resultado das vendas de Natal no comércio curitibano fecharam com queda de 2% em relação ao resultado do mesmo período de 2013, o pior resultado em quatro anos. No ano anterior, houve alta de 4% sobre o desempenho de 2012, conforme pesquisa da Associação Comercial do Paraná (ACP) e do Instituto Datacenso com 480 consumidores e 200 comerciantes. "De cada grupo de dez curitibanos, seis deixaram de comprar presentes, sob a alegação de dificuldade financeira, juros altos, inflação, crédito difícil e endividamento", diz o economista Cláudio Shimoyama, diretor do Datacenso e responsável pela pesquisa. O tíquete médio foi de R$ 95.
Fim de ano fecha com 92% de pontualidade em voos nacionais
Os voos domésticos entre 21 de dezembro e 4 de janeiro registraram 92,5% de pontualidade, segundo números preliminares do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), órgão do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DCEA). São consideradas partidas até 30 minutos depois do horário programado, parâmetro oficial adotado pela a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa Avianca, Azul, Gol e TAM, as empresas tomaram medidas como 8 mil voos extras, remanejamento de funcionários para aeroportos mais demandados, aviões reserva, entre outras.
Mais da metade da classe alta espera alta da inflação em 2015
A inflação aumentará mais em 2015 para 51% das pessoas da classes média-alta e 42% não pretendem comprar qualquer bem durável neste ano, segundo pesquisa da Hibou, empresa de monitoramento de mercado. Somente 7% dos entrevistados estão otimistas quanto a manter os preços sob controle. A percepção sobre a inflação é maior quando se vai ao mercado ou feira (92%), quando se adquire roupas, sapatos e acessórios (46%), quando se compra bebidas alcoólicas (42%), quando se abastece o veículo (37%), quando compra medicamentos (35%) e quando come fora (27%). A pesquisa foi feita em Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, com 525 pessoas de classes A e B.


