PAINEL ECONÔMICO
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 12 de março de 2014
economia@folhadelondrina.com.br 
Comércio eletrônico fatura R$ 28,8 bi em 2013
O comércio eletrônico no País cresceu nominalmente 28% em 2013 ante 2012, faturando R$ 28,8 bilhões. Além disso, 9,1 milhões de pessoas fizeram compras on-line pela primeira vez no ano passado, o que eleva para 51,3 milhões o número de consumidores que, ao menos uma vez, já utilizaram a internet para adquirir algum produto. Os números, levantados pela E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, fazem parte da 29ª edição do Webshoppers, lançado ontem, em São Paulo. Ainda conforme o relatório, apesar da inflação, acima do centro da meta, e do baixo crescimento econômico, o número de pedidos aumentou 32% no ano passado, chegando a 88,3 milhões. Entretanto, o tíquete médio teve recuo de 4,4% e ficou em R$ 327, refletindo o crescimento da participação de categorias com tíquete médio menor. A E-bit estima que, até o final do ano, o setor deve apresentar um crescimento nominal de 20%, faturando R$ 34,6 bilhões.
Paraná tem crescimento de 15% em fusões e aquisições
Com 38 transações de fusões e aquisições de empresas em 2013, o estado do Paraná registrou crescimento de 15% no número de operações se comparado com 2012, quando foram realizadas 33 negociações. Os dados constam na pesquisa de fusões e aquisições realizada pela KPMG. O setor líder em transações foi o de alimentos, bebidas e tabaco, com seis operações concretizadas ao longo do ano. A profissionalização das empresas familiares no segmento estaria influenciando este crescimento, afirma sócio da empresa. Vinte e um setores registraram operações em 2013 contra 17 no ano anterior. A presença estrangeira no Estado também foi grande. Do total de transações realizadas em 2013, 20 tiveram empresas estrangeiras na ponta compradora.
Leilão de sede do Grêmio é cancelado
O leilão da sede do Grêmio Literário Recreativo Londrinense, marcado para amanhã e dia 28 deste mês, foi cancelado. A informação é de Miguel El Kadri, advogado que representa o Grêmio e a Faculdade Norte Paranaense (Uninorte). De acordo com ele, o juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública de Londrina decidiu pelo cancelamento depois que Grêmio e Uninorte alegaram irregularidades, como a falta de intimação para o leilão e o baixo valor de avaliação do imóvel, de R$ 24,5 milhões. Para o grupo, a sede valeria mais de R$ 32 milhões. Em 2012, o clube passou a ser administrado pela Uninorte por problemas financeiros, com 14 ações de penhora do imóvel por dívidas não quitadas. Segundo o advogado, as dívidas estão sendo quitadas "paulatinamente", e a maioria das questões já foi resolvida.


