Exportações de couro crescem 8,14%
O mês de junho registrou um valor total de US$ 196 milhões em exportações de couros e peles do Brasil. Número 8,4% superior ao alcançado no mesmo período de 2012, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior. Mesmo com os índices positivos, o momento é de cautela para o setor. O presidente executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), José Fernando Bello, destaca que a indústria do couro avalia com preocupação o cenário atual para as exportações. Entre algumas razões, a economia mais fraca na Europa e a dificuldade do setor de contratar mão de obra especializada. Em junho, houve retração de 14,5% nas exportações brasileiras de couros em relação a maio deste ano. O acumulado do primeiro semestre do ano registra um crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2012, totalizando US$ 1,189 bilhão. A participação de couros e peles no total das exportações ficou em 1,0%

Arrecadação bruta do FGTS cresceu 13,36%
No mês de maio de 2013, a arrecadação bruta do FGTS alcançou o valor de R$ 7,54 bilhões, representando crescimento de 13,36% em relação a maio de 2012. Porém, o aumento no valor de saques em 17,05% resultou numa arrecadação líquida de R$ 850 milhões, queda de 9,19% em relação ao mesmo mês do ano passado. Desde 2008, a tendência da arrecadação líquida no mês de maio é crescente, porém no mesmo período em 2011 e 2013 houve aumento no volume de saques relativamente maior do que a arrecadação bruta, registrando queda de arrecadação. Os dados de maio mostram também que o setor de serviços foi responsável por 29% da arrecadação do FGTS, seguido da indústria de transformação (19,8%) e o comércio (12,7%). Em maio, os saques somaram R$ 6,69 bilhões. Desse total, R$ 4,39 bilhões referem-se à demissão sem justa causa, representando 64,88% dos saques realizados no período.

Vendas de material de construção caem 8% em junho
Levantamento da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) apontou que as vendas do varejo do setor retraíram 8% no mês de junho com relação a maio. Na comparação com junho de 2012, a retração é de 4%. "Tivemos queda de vendas em todo o País em praticamente todos os segmentos, exceto metais sanitários. As regiões Sul e Sudeste foram as que mais sofreram com a redução de vendas. Os protestos que aconteceram pelo Brasil fizeram com que o comércio fechasse as portas por vários dias e acabou assustando o consumidor, que optou por adiar as compras principalmente nos grandes centros urbanos", explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Conz, no entanto, acredita que o comércio vai se recuperar dos índices negativos já no mês de julho. Com os resultados obtidos em maio, o setor de material de construção ainda apresenta um crescimento positivo de 1% no acumulado dos últimos 12 meses. Para este ano, a projeção de crescimento permanece em 6,5%.

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