Demanda de suínos recua e pressiona preços


A demanda no mercado brasileiro de suínos teve diminuição no início de janeiro, como tipicamente ocorre no período, segundo pesquisadores do Cepea. Assim, as cotações do animal vivo e da carne recuaram. Para agravar a situação, os principais insumos utilizados na atividade, milho e farelo de soja, estão em alta. Quanto às exportações de carne suína, de acordo com a Secex, totalizaram 30,1 mil toneladas em dezembro de 2011, baixa de 15,7% na comparação com novembro. No acumulado de 2011, empresas do Brasil exportaram 435,90 mil toneladas da carne, 6% a menos que em 2010.



Oferta de boi segue baixa


O mercado pecuário continua em ritmo lento, segundo informações do Cepea. A oferta de animais para abate segue baixa, e a demanda dos frigoríficos não está aquecida. Pecuaristas têm retomado as atividades aos poucos e muitos não dispõem de lotes volumosos. Além disso, vendedores consultados pelo Cepea se mostram insatisfeitos com os valores propostos pela indústria, especialmente nesta semana, quando a pressão compradora esteve maior. O Indicador do boi gordo Esalq/BM&FBovespa (estado de São Paulo) fechou a R$ 97,92 (livre de Funrural) na última quarta-feira, elevação de 0,6% no comparativo com o indicador do dia 2 de janeiro.



Treinamento sobre uso de defensivos agrícolas


A Arysta LifeScience, em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), reforça em 2012 os treinamentos sobre a correta utilização de defensivos agrícolas. Entre os dias 16 e 19 de janeiro, o Programa Aplique Bem estará nas cidades de Cascavel e Vera Cruz do Oeste, interior de Paraná, com o laboratório Tech Móvel. Durante o treinamento, os agricultores terão acesso a informações sobre o uso adequado e seguro de defensivos agrícolas; a utilização correta de equipamentos de proteção individual (EPIs) e a regulagem dos pulverizadores, reduzindo os riscos de impacto ambiental e à saúde humana. De acordo com o Censo Agropecuário do IBGE, 56% das propriedades rurais do País, um total de 1,4 milhão, utilizam defensivos de forma inadequada. Com o Programa, estima-se uma redução de 90% nos riscos de contaminação e prejuízos ao meio ambiente e à saúde humana, além de colaborar economicamente com o produtor. Informações: www.arystalifescience.com.br.

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