Preço do leite pago ao produtor recua 17%
Com estoques altos nos laticínios desde o final do ano passado e retração na demanda principalmente devido às férias escolares, os preços do leite pagos ao produtor recuaram novamente em janeiro nas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. O movimento de queda persiste desde junho do ano passado e já diminuiu o valor recebido pelos produtores em 17% nos estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Bahia. Em janeiro, a "média Brasil" líquida (não inclui frete nem impostos) foi de R$ 0,8446/litro, redução de 5,8% (ou 5,2 centavos) por litro na comparação com dezembro. O preço bruto médio (inclui frete e impostos) foi de R$ 0,9292/litro, queda de 5,3%.

Alexandre de Barros faz palestra em Londrina
O economista e engenheiro agrônomo, Alexandre de Barros, fará palestra em Londrina no próximo dia 11 para abordar o tema "Perspectivas e Tendências do Agronegócio". A palestra faz parte do II Painel de Agronegócios, promovido pela Seara Agronegócios e Banco BI&P. Considerado um dos maiores especialistas do País em agronegócios, Alexandre de Barros é professor de Economia Agrícola na Fundação Getúlio Vargas (FGV), membro do Comitê Externo da Embrapa-Pecuária e sócio da empresa de consultoria MB Agro. A palestra terá início às 19h no Buffet Planalto e é direcionada a produtores rurais de Londrina e região. Após a ministração, haverá um bate papo para esclarecimento de dúvidas. As vagas são limitadas. Mais informações pelo telefone (43) 3232-8500.

Ministério prevê liberação de R$ 300 milhões do seguro rural
A liberação dos recursos do seguro rural, que estão atrasados desde o ano passado, pode sair em breve. A assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura (Mapa) informou que a ministra Kátia Abreu está otimista quanto à liberação de R$ 300 milhões. A ministra da Agricultura avalia que as conversas dentro do governo têm evoluído bem e que o dinheiro deve sair rapidamente. Kátia Abreu tem sido pressionada pelas seguradoras e pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a liberar os recursos, que deveriam ter chegado às instituições financeiras no ano passado.

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