Governo destina R$ 50 mi para garantir preço da laranja
O Governo Federal disponibilizou R$ 50 milhões para a realização de leilões públicos de equalização dos preços da laranja. Com a publicação dessa portaria, o governo poderá atuar para garantir o preço mínimo da laranja, que atualmente é de R$ 11,45 a caixa com 40,8 kg. Os leilões serão realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que utilizará como mecanismos de apoio à comercialização o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) e o Prêmio de Escoamento de Produto (Pep). O prazo de comprovação de venda da laranja pelo produtor e pela cooperativa é de até 35 dias corridos da data da realização dos arremates. O prazo limite para a comprovação da operação para fins de recebimento do prêmio será de até 120 dias corridos, contados após a data limite estabelecida para a venda da laranja em cada leilão.

Norma estabelece requisitos para adesão ao Suasa Vegetal
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicou esta semana no Diário Oficial da União os requisitos e procedimentos para adesão dos Estados e do Distrito Federal ao Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária Aplicado às Cadeias Produtivas dos Produtos de Origem Vegetal (Suasa Vegetal). Um dos objetivos do sistema é fazer o controle dos produtos de origem vegetal desde a fazenda até a mesa do consumidor. O Suasa vai permitir mapear o produto, saber quem está produzindo, que cuidados foram tomados na produção, que época foi feita a colheita, para onde foi distribuído o produto, que tipo de agrotóxico foi usado, entre outros.

Carne e bezerro fecham semestre valorizados
As cotações em todos os elos da cadeia pecuária encerram o primeiro semestre em alta. A média do Indicador Esalq/BM&FBovespa do boi gordo em junho, de R$ 121,70, superou em 5% a de dezembro do ano passado, já descontando a inflação do período. Para o bezerro, as valorizações reais foram ainda maiores, de 18,8% frente a dezembro de 2013. Quanto à carne, a carcaça casada de boi negociada no atacado está mais valorizada, a R$ 7,86/kg na média do mês passado. Segundo pesquisadores do Cepea, a oferta restrita tanto de animais para reposição como para abate – ocasionada pela seca no Centro-Sul desde o início do ano – explica as variações mais expressivas neste ano. Para a carne, o bom desempenho das exportações no primeiro semestre deste ano contribuiu para enxugar a oferta interna e sustentar o movimento de alta das cotações.

mockup