Blitz florestal
Entidades ruralistas, sob o comando da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), iniciaram uma blitz no Congresso Nacional, com o objetivo de aprovar na íntegra, até o dia 15 de março, o projeto de lei do deputado Aldo Rebelo que propõe alterações no Código Florestal Brasileiro.


Marcação cerrada
A ideia é visitar um a um os gabinetes da Câmara e pressionar os parlamentares a aprovarem o projeto de Aldo Rebelo, que conta com o aval do setor agropecuário. Um dos instrumentos de pressão dos ruralistas foi lançado na quarta-feira pela CNA. Trata-se de um hotsite (www.canaldoprodutor.com.br/codigoflorestal), que traz notícias sobre o debate do tema no Congresso, que será atualizado diariamente.


Sem alternativa
Para a senadora Kátia Abreu, presidente da CNA, os rumores de que o governo pretende apresentar um substitutivo ao projeto de lei de Rebelo são infundados. Não existe nenhum texto alternativo sendo preparado pelos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, sob encomenda da Casa Civil.


Aliança ambientalista
Já as entidades ambientalistas, contrários ao projeto de lei de Aldo Rebelo, costuram uma aliança com a agricultura familiar e os sem terra. O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) promove um encontro hoje com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), o Movimento de Pequenos Agricultores (MPA) e o Movimento das Mulheres Camponesas (MMC).


Líder do frango
O Paraná liderou as exportações brasileiras de carne de frango em janeiro, de acordo com os dados do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado (Sindiavipar). A indústria avícola paranaense embarcou 80,4 mil toneladas e apurou receita de US$ 153,7 milhões. O volume corresponde a 27,2% do total exportado pelo País no mês passado.


Produção cresce
Maior produtor nacional de carne de frango, o Paraná fechou janeiro com 250,1 mil toneladas, 8,5% a mais do que no mesmo mês de 2010. Hoje 27 abatedouros do Estado estão habilitados pelo Ministério da Agricultura a exportar frango.


Soja recua
Na bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja para maio encerraram o pregão de ontem a US$ 13,29 o bushel no vencimento maio, o mais líquido, com perda de 2,25 cents.


Milho também
Os preços futuros do milho também caíram na bolsa americana. O contrato para maio fechou a sessão a US$ 6,96 o bushel, queda de 5,75 cents.


Açúcar nas bolsas
Os contratos do açúcar demerara com vencimento em maio, o mais líquido, fecharam em alta de 1,72% na bolsa de Nova York, a 27,83 cents por libra peso. Em Londres, os preços futuros do açúcar refinado tiveram valorização de 0,34% no vencimento maio, fechando a US$ 705 a tonelada.


Fecha Aspas
''O rio atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos''
Bruno Blecher da Agência Safras com BM&FBovespa
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