Água na lavoura
A soja no Paraná está em fase de formação e enchimento de grãos, informa a Cocamar. Neste período, as plantas precisam de água para se desenvolver. Por enquanto, São Pedro tem colaborado, e a expectativa dos agricultores é de obter uma boa produtividade nesta safra.

Vem chuva
De acordo com a Somar Meteorologia, deve chover nas próximas semanas no Paraná e em Mato Grosso do Sul, beneficiando as lavouras. Há previsão também de chuvas para Santa Catarina e algumas áreas do Rio Grande do Sul, porém mais irregulares. Chove também no Mato Grosso.

Em Chicago
Os contratos da soja para março recuaram 9,25 cents ontem na bolsa de Chicago. No vencimento março, o mais líquido, a soja foi cotada a US$ 14,13 o bushel. Já o milho encerrou o pregão em alta de 10,75 cents. Os preços para março fecharam a US$ 6,59 o bushel.

Feijão molhado
Se a chuva é boa para a soja, para o feijão traz prejuízos nesta época. A cultura é pouco resistente ao excesso de umidade e as fortes chuvas das últimas semanas pegaram os feijoeiros em plena colheita. Além de provocarem problemas no desenvolvimento da planta, as chuvas atrapalham a aplicação de defensivos nas lavouras.

Ferrugem
A combinação de muita chuva e alta temperaturas favorece a proliferação da ferrugem asiática, alertam os técnicos da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso). É o que está acontecendo no Centro-Oeste, onde foi constatado um foco da doença no Mato Grosso. No Paraná já ocorreram 70 focos, segundo o Sistema de Alerta da Embrapa Soja.

Custo baixo
Pelos cálculos do Banco do Brasil, por conta da desvalorização do dólar, os custos de produção nesta safra caíram 12% em relação à temporada passada. Prova disto é que o produtor conseguiu financiar, com o mesmo limite de crédito, o plantio de uma área maior de sua propriedade. Um dos principais insumos da agricultura, o fertilizante, é importado e ficou mais barato com a queda do dólar.

Bolsa de mercadorias
A Bolsa Brasileira de Mercadorias movimentou R$ 800 milhões em 2010 com a comercialização da Companhia Nacional de Abastecimento. Passaram pela Bolsa cerca de 8 milhões de toneladas da política agrícola do governo, diz Ivan Wedekin, diretor geral da Bolsa. Na comercialização de produtos no mercado físico, o volume negociado foi de R$ 6 milhões.

Todo algodão
A Bolsa tem uma forte tradição na comercialização do algodão. Cerca de 70% dos negócios com algodão passam pela Bolsa. E a BBM quer criar outro sistema para cadastrar os 30% de negócios diretos que não são intermediados pelos corretores. A ideia é oferecer ao mercado um censo online de 100% da comercialização de algodão do Brasil.

Café estável
Na bolsa de Nova York, o café arábica teve um pequeno ganho de 0,32%, para 235,35 cents por libra peso no vencimento março. Em Londres, o café robusta fechou a sessão a US$ 2.147 a tonelada, com valorização de apenas 0,33% no vencimento março. Por aqui, na BM&FBovespa, a saca do arábica foi cotada a US$ 296,05 para março.

Boi firme
A arroba do boi gordo encerrou a sessão na BM&FBovespa estável, a R$ 101,85. Para outubro, o boi é negociado a R$ 99,97.

Fecha Aspas
''A confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio'' - Carlos Drummond de Andrade

Bruno Blecher, da Agência Mercados, com BM&FBovespa
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