Chuva no café
As chuvas dos últimos dias conseguiram evitar perdas na próxima safra de café, segundo informa o boletim do Escritório Carvalhaes, que prevê para 2011 uma produção abaixo da demanda (exportação e consumo interno).

Água na colheita
Segundo Eduardo Carvalhaes, as chuvas que estão caindo em plena colheita sobre os cafezais da América Central e do México devem reduzir as safras e a qualidade dos grãos, complicando ainda mais o quadro do abastecimento no próximo ano.

Para poucos
Apenas os cafés arábica de melhor qualidade, de boa bebida e uniformes em cor, estão conseguindo preços acima de R$ 300 no mercado brasileiro, afirma o boletim do Escritório Carvalhaes.

Em Nova York
No mercado futuro, o café arábica teve forte desvalorização em Nova York, onde os contratos para dezembro, o vencimento mais líquido, recuaram 4,75%, para 172,50 cents por libra peso. Também na bolsa paulista, o café despencou no pregão de ontem. No vencimento dezembro, a cotação foi de US$ 204,55 a saca, queda de US$ 10,60.

Fruta murcha
Devido à estiagem, os citricultores tiveram baixo rendimento nesta safra. Boa parte das frutas colhidas estavam murchas, informam os pesquisadores do Cepea. Ontem, em Nova York, o contrato do suco de laranja com vencimento em novembro caiu 1 cent, para 154,65 cents por libra peso.

Ligeira queda
Na bolsa de Chicago, os contratos da soja para novembro tiveram ligeira perda de 3 cents no pregão de ontem, cotados a US$ 10,54 por bushel. Na BM&FBovespa, a soja para maio 11 fechou a US$ 24,65 a saca, com queda de 15 cents.

Milho forte
Já os contratos do milho registraram forte alta de 5,7% ontem em Chicago. No vencimento dezembro, o cereal foi cotado a US$ 4,71 o bushel. Por aqui, o milho para entrega em novembro foi cotado a R$ 23,15 a saca, queda de 14 centavos.

Açúcar recua
Os contratos do açúcar demerara na bolsa de Nova York caíram 1,58% ontem, encerrando o dia a 22,99 cents por libra peso. Em Londres, os preços do refinado para dezembro recuaram US$ 14,10 a tonelada, fechando a US$ 606 a tonelada.

Inflação verde
Os alimentos foram responsáveis pela alta de 0,53% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em setembro, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O mercado financeiro prevê uma inflação de 5% este ano, de acordo com o boletim Focus.

Bola de cristal
Já o crescimento da economia, pela previsão dos analistas do mercado finaceiro, deve fechar o ano em 7,55%; o câmbio em dezembro deve estar em R$ 1,75 e a taxa básica de juros (Selic), em 10,75% ao ano.

Fecha aspas
''De concreto só cimento'' - Tiririca, palhaço que se elegeu deputado federal com mais de 1,3 milhão de votos, ao ser questionado sobre o que teria de concreto para fazer na Câmara.
Bruno Blecher, da Agência Mercados, com BMF&Bovespa
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