Tem­po de la Ni­ñaO clima no Brasil terá influência da ''La NiÀa'' nos próximos meses, por conta da continuidade do resfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial. É o que prevê o INMET (Instituto Nacional de Meteorologia).

Couro forte
As exportações brasileiras de couros somaram US$ 879,64 milhões de janeiro a junho deste ano, com aumento de 78% em relação ao primeiro semestre de 2009. O número foi divulgado pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB).

US$ 1,7 Bi
''Apesar da crise financeira na União Européia, a indústria brasileira de couro registrou bom desempenho no período'', diz o presidente do CICB, Wolfgang Goerlich. A expectativa do executivo é fechar o ano com exportações ao redor de US$ 1,7 bilhão.

Para os presidenciáveis
Em reunião realizada ontem na Fiesp, em São Paulo, o Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) fechou as propostas a serem encaminhadas aos presidenciáveis durante o 9º Congresso Brasileiro de Agribusiness, no próximo dia 9 de julho.

Plano de ação
Com o título ''Agronegócio - Desenvolvimento e Sustentabilidade: Plano de Ação 2011/2014/2020'', as propostas serão encaminhadas a partir de hoje para os três principais candidatos à Presidência da República: Dilma Roussef, José Serra e Marina Silva.

Especialistas
As respostas dos candidatos serão debatidas e avaliadas por um grupo de jornalistas e especialistas da área: Joelmir Beting, Horácio Lafer Piva, João Paulo Koslovski, Paulo Rabello de Castro, Renato Buranello e Luis Antônio Fayet.

Vender o dobro
Dobrar as exportações brasileiras em 10 anos, chegando a US$ 130 bilhões, com destaque para as carnes (71%), etanol (223%) e soja e milho (46%) é uma das metas prevista no plano da Cosag.

Altos e baixos
O contrato futuro da soja para novembro, o mais negociado ontem em Chicago, registrou queda de 2,25 cents, caindo a US$ 9,51 o bushel. Este contrato se refere à safra nova. Já o vencimento julho subiu 6,25 cents, fechando a US$ 10,31 o bushel. Na BM&FBovespa, a soja fechou estável, a US$ 22,70 para entrega em novembro.

Milho cai
Na sessão de ontem, na bolsa de Chicago, os contratos futuros do milho caíram 3,50 cents, fechando o pregão US$ 3,91 o bushel. Na BM&FBovespa, o milho para entrega em setembro, o vencimento mais líquido, fechou a R$ 18,94 a saca, queda de 10 centavos.

Açúcar forte
Nova alta para o açúcar demerara na bolsa de Nova York. Os lotes para entrega em outubro subiram para 17,10 cents por libra-peso, com valorização de 2,95%. Na bolsa de Londres, o açúcar refinado, com vencimento outubro, ganhou US$ 3,20, fechando a US$ 518,20 a tonelada.

Perdas no café
Na posição mais líquida, o contrato do café arábica caiu 0,18%, fechando setembro a 163,55 cents por libra-peso em Nova York. Em Londres, o café robusta para setembro caiu US$ 4, fechando a sessão a US$ 1.705 a tonelada. Por aqui, na BM&FBovespa, o café arábica subiu US$ 1,05, cotado a US$ 188,80 a saca para setembro.

Boi desatola
No vencimento julho, a arroba do boi gordo fechou a sessão na BM&FBovespa a R$ 83,32. No vencimento outubro, pico da entressafra, a arroba avançou 0,28 centavos, fechando a R$ 84,48.

Etanol sobe
Na BM&FBovespa, os contratos do etano com vencimento em outubro, os mais líquidos, subiram US$ 3, encerrando o dia a US$ 876,50 o metro cúbico.

Fecha aspas
''Logo que numa inovação, nos mostram alguma coisa de antigo, ficamos sossegados''
Friedrich Nietzsche.
Da Agência Mercados, com informações da BM&FBovespa
[email protected]

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