PAINEL DO AGRONEGÓCIO
Preço da terra
Relatório elaborado pela Scot Consultoria aponta os preços de terras de cultura e de pastagens nos principais pólos rurais do país. Segundo os analistas da consutoria, após a crise de 2008, o ano de 2010 já demonstra recuperação dos preços de terras. Sivicultura e cana devem puxar as cotações este ano.
As mais caras
São Paulo é o Estado com as terras mais caras. Em Campinas, o hectare de terra para cultura vale R$ 17.837. Em Ribeirão Preto, o mais importante pólo sucroalcooleiro do país, a terra já vale R$ 21.349/hectare, enquando em Araçatuba, onde a cana roubou o espaço do boi, o preço chega a R$ 13.795/hectare. Estes valores se referem aos preços médios.
Paraná
Cascavel (R$ 19.530/hectare), Londrina (R$ 15.170/hectare) e Guarapuava (R$ 13.406/hectare) são as regiões mais nobres do Paraná, com preços médios para terras para grãos mais elevados.
Cheia de buracos
A malha rodoviária brasileira tem uma demanda reprimida de cerca de R$ 180 bilhões em investimentos, segundo mostra um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Como apenas 15% delas interessam ao setor privado, 85% da malha vai necessitar de dinheiro público.
Biocombustível
Nas próximas quinta e sexta-feira, o Centro de Estudos em Energia e Sustentabilidade (CEES) da FAAP realiza a Conferência Internacional de Biocombustíveis. Participam grandes especialistas dos setor como José Goldemberg, Marcos Jank e Per Carstedt.
Safra americana
O plantio da nova safra de soja dos EUA avançou a 53%, ante 38% de uma semana atrás e 57% de média histórica. Em termos de progresso, 24% das lavouras estão germinadas, ante 13% da semana passada, 15% da mesma data de 2009 e 23% de média dos últimos cinco anos. Os dados fazem parte do relatório semanal do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Venda da safra
Por aqui, os produtores já comercializaram 57% da safra de soja, contra 65% da mesma época do ano passado e 66% de média histórica. Em Mato Grosso, 76% da colheita já foi vendida, ante 84% da mesma data do ano passado. No Paraná, 40% contra 45%. A colheita já está concluída em todos o país e deve render 67,2 milhões de toneladas, 18% a mais do que a safra anterior.
Queda em Chicago
Com queda ontem de 10 cents, os contratos da soja em Chicago encerraram o pregão a US$ 9,3050/bushel. Na BM&FBovespa, a soja para setembro perdeu 35 cents, fechando a US$ 21,26 a saca.
Milho cai
O cenário econômico na Europa provocou queda nas cotações do milho. Os contratos para julho fecharam a US$ 3,64 o bushel, com desvalorização de 1,82%. Na bolsa paulista, o milho para setembro fechou estável, a R$ 20,25 a saca.
Alta dos cafés
Os contratos do arábica para entrega em julho, mais líquido, fechou em alta de 0,38%, cotado a 132,75 cents por libra-peso. Londres fechou estável, onde o café robusta foi cotado a US$ 1.330 a tonelada para entrega em julho. O café arábica para entrega em setembro foi cotado na BM&Bovespa a US$ 157,65 a saca, recuperando os 50 cents que havia perdido ontem.
Fecha aspas
''Se todo mundo pensasse antes de falar, o silêncio seria ensurdecedor'' George Barzan
Da Agência Mercados, com informações DA BM&FBovespa
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