PAINEL DO AGRONEGÓCIO
Mercado de graxaria
Empresários e técnicos do setor de graxaria, reunidos em São Paulo, discutem as tendências dessa indústria, que transforma subprodutos de origem animal, coletados em frigoríficos, supermercados e açougues, em farinhas, óleos e sebos.
Rações e cosméticos
Estes produtos são destinados à fabricação de rações e de insumos para as indústrias de cosméticos, além da produção de bioenergia.
Biodiesel de sebo
A cadeia, que movimenta R$ 3,5 bilhões/ano, está em franca expansão, diante do crescente uso da gordura animal na produção de biodiesel. Em 2010, o mercado do biodiesel deverá produzir 2,6 bilhões de litros, com faturamento de mais de R$ 5 bilhões.
Um de três
Para cada três quilos de carne bovina comercializada no mundo, um foi produzida no Brasil, lembra a Scot Consultoria em seu twitter.
Marfrig caipira
Em comunicado aos acionistas, A Marfrig Alimentos S.A. confirmou ontem a compra da Nhô Bento, frigorífico de frango caipira do grupo Globoaves, por R$ 9,2 milhões. O objetivo do negócio, segundo a nota, é o de ampliar a diversificação da oferta de produtos da empresa em proteínas animais no Brasil.
Suíno na Europa
Na próxima semana, Jan Peter Van Ferneij, pesquisador do Instituto do Porco na França, estará em São Paulo, a convite da BI-AB Boehringer Ingelheim. Ele vai falar sobre a evolução do consumo de carne suína na União Européia, ao redor hoje de 45 quilos por habitante/ano. No Brasil, a média é de apenas 13 quilos/habitante/ano.
Trabalho na cana
A cana-de-açúcar é a cultura que mais emprega no Brasil. Atualmente ocupa 629 mil pessoas, mais de um quinto da mão de obra empregada na agricultura do país. Este número foi apresentado pela professora Márcia Azanha Ferraz Dias de Moraes, da USP, durante a Convenção Global Sustainable Bioenergy (GSB), em São Paulo.
Mecanização
O avanço da mecanização da colheita, segundo o estudo, não diminuiu o número de empregos no setor. Pelo contrário, de 1981 a 2008, os postos de trabalho aumentaram, como resultado do forte crescimento da demanda por combustível.
Máquina mortífera
A redução gradual das queimadas até a sua total extinção em 2031, determinada por lei, vai provocar nos próximos anos corte de vagas. Cada colheitadeira substitui oito cortadores. ''A mecanização pode levar ao corte de 50 mil a 100 mil postos de trabalho, mesmo assim o setor vai gerar 170 mil postos nos próximos anos'', disse Márcia.
Milho sobe
O preço do milho para maio subiu 1,25 cent ontem, encerrando o pregão em Chicago a US$ 3,56 o bushel, enquanto na bolsa paulista, o cereal fechou praticamente estável, a R$ 18,66 a saca no vencimento setembro.
Alta na soja
Na bolsa de Chicago, os contratos da soja avançaram ontem para US$ 9,52/bushel para entrega em maio, com ganho de 9,50 cents. Na BM&FBovespa, a saca de soja foi negociada a US$ 21 para entrega em maio, praticamente estável.
Café esfria
Ontem, em Londres, os contratos futuros do café robusta tiveram perdas de US$ 3. O contrato mais negociado, com vencimento em maio, encerrou o pregão a US$ 1.339 por tonelada. Em Nova York, o café arábica perdeu 1,15 cent no vencimento maio, recuando a 135,85 cents por libra-peso.
Para setembro
Na BM&FBovespa, o café arábica perdeu 65 cents no vencimento maio, fechando a US$ 161,00/saca.
Fecha aspas
''Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a uma compreensão sobre nós mesmos'' - Carl Gustav Jung.
Da Agência Mercados, com informações da BM&FBovespa
[email protected]





