Potência agrícola

Pelas projeções do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), a produção de soja em Mato Grosso deve crescer 49% até 2020 (de 18,2 milhões de t para 27,07 milhões de t), o milho aumenta 56% e, o rebanho bovino, 22%, chegando a 33,9 milhões de cabeças nos próximos dez anos.

Soja no pasto

Espera-se um aumento de 2,5 milhões de hectares na área plantada com soja em Mato Grosso até 2020, mas via incorporação de pastagens, e não por desmatamento.

Reserva agrícola


''Não vai haver abertura de novas áreas para produção agrícola'', avisa Seneri Paludo, do Imea, explicando que há 9,5 milhões de hectares de pastagens degradadas ontem no Estado, área superior à atualmente utilizada pela agricultura (6,5 milhões de ha).

Efeito renda

Leite e derivados fazem parte de um conjunto de produtos que apresenta elevada elasticidade-renda, comenta o zootecnista Rafael de Lima Filho na Carta do Leite, publicação da Scot Consultoria.

Geladeira cheia


Como exemplo, ele cita os queijos e os iogurtes. ''Quando a renda aumenta 10%, o consumo de queijos cresce 8% e, o de iogurte, 5,98'', diz o analista.

Mel na merenda


Produtores de mel de Aurora do Pará vão fornecer nos próximos seis meses 12 toneladas de mel para 108 escolas da região. A iniciativa segue a Lei Federal 11.947, de 2009. Ela estabelece que 30% dos alimentos da merenda escolar devem ser fornecidos por agricultores familiares.

Mundo orgânico


Depois de participar da Biofach, a maior feira de produtos orgânicos do mundo, realizada em janeiro na Alemanha, o Projeto Organics Brasil segue agora à Califórnia, nos EUA, onde acontece de 12 a 14 de março a Natural Products Expo West.

Baita mercado


Três empresas brasileiras participam da feira americana: Native (açúcar e sucos), Natural Fashion (confecção) e Bela Iaçá (frutas amazônicas). O mercado orgânico nos EUA, segundo dados da Organics Brasil, movimenta US$ 21 bilhões/ano.

Maiores altas


Em fevereiro, segundo levantamento da Secretaria da Agricultura de São Paulo, os preços agropecuários que mais subiram no Estado, em relação a janeiro, foram laranja para mesa (93,4%), tomate para mesa (75,6%), laranja para indústria (34,2%), feijão (17,5%), ovos (16,4%) e banana (10,2%).

Negócios do açúcar


Os contratos futuros do açúcar refinado registraram alta de US$ 17,50/t no pregão de ontem em Londres. Fecharam a US$ 609,50 para entrega em maio. Em Nova York, onde se negocia o açúcar demerara, os contratos para maio, cotados a 22,19 cents por libra-peso, subiram 52 cents.

Café nas bolsas


Na bolsa de Nova York, o café arábica foi negociado a 130,40 cents por libra-peso no vencimento maio, o mais líquido, enquanto em Londres o café robusta perdeu US$ 17 na posição maio, cotado a US$ 1.232/tonelada.

Contratos em Chicago


Em Chicago, os contratos da soja para maio tiveram alta de 75 cents, para US$ 9,42 o bushel, enquanto por aqui registraram leve queda na BM&FBOVESPA, com a posição maio encerrando o pregão de ontem a US$ 20,99 a saca.

Preços do milho


O milho para maio fechou ontem a R$ 18,78/saca na bolsa paulista, enquanto os contratos para setembro, os mais negociados, foram cotados a R$ 19,72/saca. Em Chicago, os contratos para maio cairam 7,50 cents, para US$ 3,75/bushel.



Fecha aspas


''Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados'' - Barão de Itarar

Da Agência Mercados, com informações da BM&FBovespa
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