Ca­fé com al­tas e bai­xas
  On­tem foi dia de for­te bai­xa pa­ra o ca­fé ro­bus­ta em Lon­dres, que per­deu US$ 24/t no ven­ci­men­to ja­nei­ro 10, co­ta­do a US$ 1.415 a to­ne­la­da. Já na bol­sa de No­va ­York, os con­tra­tos do ca­fé ará­bi­ca pa­ra en­tre­ga em de­zem­bro su­bi­ram pa­ra 140,05 ­cents por li­bra-pe­so. Na BM&FBo­ves­pa, o ca­fé ará­bi­ca avan­çou US$ 1,15/sa­ca on­tem, en­cer­ran­do o pre­gão a US$ 168,65/sa­ca pa­ra en­tre­ga em de­zem­bro.

So­ja so­be
  A se­ma­na co­me­çou com al­ta em Chi­ca­go, on­de os con­tra­tos pa­ra ja­nei­ro, os ­mais ne­go­cia­dos, su­bi­ram 17,75 ­cents, pa­ra US$ 9,72 o bus­hel. Na BM&FBo­ves­pa, os pre­ços da so­ja pa­ra en­tre­ga em ja­nei­ro 10 fe­cha­ram o pre­gão de on­tem a US$ 21,50/sa­ca.

Mi­lho es­tá­vel
  De­pois da que­da da sex­ta-fei­ra, o mi­lho ini­ciou a se­ma­na em al­ta em Chi­ca­go, a US$ 3,86 o bus­hel no ven­ci­men­to de­zem­bro, o ­mais lí­qui­do, com ga­nho de 19 ­cents. Na BM&FBo­ves­pa, o mi­lho pa­ra ja­nei­ro fe­chou o pre­gão a R$ 21,20/sa­ca, pra­ti­ca­men­te es­tá­vel.

Boi des­pen­ca
  Os con­tra­tos do boi gor­do pa­ra no­vem­bro caí­ram a
R$ 76,03 a ar­ro­ba.

Açú­car re­cua
  Na bol­sa de No­va ­York, o açu­car de­me­ra­ra fe­chou on­tem a 22,41 ­cents por li­bra-pe­so no ven­ci­men­to mar­ço 10, en­quan­to em Lon­dres, on­de se ne­go­cia o açú­car re­fi­na­do, o con­tra­to pa­ra mar­ço fe­chou a US$ 589,50 a to­ne­la­da, com li­gei­ra que­da de 80 ­cents.

Gir de ou­ro
Um tou­ro da Al­ta Ge­ne­tics, o re­pro­du­tor Va­le Ou­ro, te­ve me­ta­de de sua pro­prie­da­de co­mer­cia­li­za­da em cin­co co­tas de R$ 172.500, o que in­di­ca um va­lor de mer­ca­do de R$ 1,725 mi­lhão, re­cor­de da ra­ça gir lei­tei­ro. O ne­gó­cio foi rea­li­za­do du­ran­te o lei­lão da Es­tân­cia Sil­vâ­nia, na Fei­lei­te, em São Pau­lo.

Os 50 ­mais
  A Illy­caf­fé, tor­re­fa­to­ra ita­lia­na, anun­ciou os 50 fi­na­lis­tas do Prê­mio Er­nes­to ­Illy de Qua­li­da­de de Ca­fé pa­ra Ex­pres­so; 47 de­les são de Mi­nas Ge­rais. Pa­ra se­le­cio­nar os me­lho­res ca­fés, a ­Illy uti­li­za um pro­ces­so ri­go­ro­so, com uso de equi­pa­men­tos ul­tra­vio­le­ta, ma­pa­do­ras, clas­si­fi­ca­ção dos ­grãos quan­to aos as­pec­to, se­ca­gem, cor, ti­po, pe­nei­ra, ­teor de umi­da­de, tor­ra­ção e qua­li­da­de da be­bi­da, ­além, é cla­ro, da de­gus­ta­ção.


Abre Aspas‘‘Deus fez o mundo em seis dias porque não tinha ninguém perguntando quando ia ficar pronto’’
no pará-choque do caminhão


Bruno Blecher, da Agência Mercados, com BM&FBovespa [email protected]

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