Soja e milho sobem em Chicago
Na bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja para novembro subiram 24 cents ontem, encerrando o pregão a US$ 9,42 o bushel, que correspondem a US$ 20,77 a saca. Na BM&FBovespa, a soja foi negociada a US$ 20,78 a saca para entrega em maio 10. O milho fechou o pregão de ontem em alta, a US$ 3,64 o bushel (US$ 8,60 a saca), com ganho de 4,25 cents no vencimento dezembro. Por aqui, na BM&FBovespa, o milho foi cotado a R$ 21,60 no vencimento novembro, com valorização de 33 centavos. Em Paranaguá, a soja vale US$ 25,39 a saca, segundo o indicador da Esalq.

Café forte
Em Nova York, os futuros do café arábica subiram 2,7%, cotados a 137,90 cents no vencimento dezembro. Na bolsa de Londres, o café robusta teve forte alta de US$ 40/saca, encerrando o pregão na Liffe a US$ 1.481 a tonelada para entrega em novembro, com ganho de 3%.

Apoio à produção
As liberações do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para apoiar a safra 2009 já somam R$ 1,56 bilhão até ontem. Esse valor corresponde a mais de 83% do total de R$ 1,8 bilhão que será aplicado neste ano pelo fundo.

Açúcar em queda
Os preços futuros do açúcar demerara caíram 2,51%, encerrando o pregão de ontem na bolsa de Nova York a 22,54 cents por libra-peso para entrega em março. Em Londres, o refinado perdeu mais US$ 11, cotado a US$ 575,80 a tonelada para dezembro e US$ 592,80 a tonelada para março. No mercado brasileiro, o indicador para o açúcar é US$ 33,05, segundo a Esalq.

Boi atolado
E a arroba do boi caiu mais um pouco ontem na BM&FBovepa, fechando o pregão a R$ 79,38 para outubro. O bezerro cai para R$ 595,31 a cabeça, segundo o indicador BM&F-Esalq.

Pasto verde
Com uma área estimada de 130 milhões de hectares de pastagens cultivadas, representadas por 15 gramíneas e duas leguminosas forrageiras, o Brasil situa-se como o maior produtor e consumidor de sementes de forrageiras tropicais. Os destaques são a brachiaria e o panicum.

Fecha Aspas
''Só conhece realmente uma pessoa quem a ama sem esperança''
Walter Benjamin

Bruno Blecher, da Agência Mercados, com informações da BM&FBovespa
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