Padrão interno deve ser o mesmo do externo
A Adapar defende também que o padrão da inspeção sanitária para produtos de origem animal no Brasil deve ser o mesmo para itens comercializados tanto no mercado interno quanto no externo. "Não é justo que o rigor sanitário seja diferenciado para os produtos que consumimos e os que exportamos", afirma o representante da entidade, Inácio Kroetz, destacando que apenas 20% dos produtos de origem animal produzidos no País são exportados.
Os serviços estaduais que certificam produtos vendidos apenas no mercado doméstico seguem um padrão de exigência. Os certificados internacionais, expedidos apenas pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), possuem outras exigências. Além das normas nacionais, a certificação internacional exige requisitos específicos de cada mercado, sendo ele sanitário, cultural ou religioso. (V.L.)





