Complementar a aposentadoria. Esse foi o principal fator que motivou o consultor financeiro Friedbert Kroegter a investir na previdência privada. Mensalmente, há 13 anos, ele reserva um valor fixo de sua renda pensando na melhor idade. ''Comecei com R$ 150 e hoje pago R$ 720; como meu plano é o tradicional, a correção é feita anualmente de acordo com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM)'', conta.
Ele acredita que a aposentadoria pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) não será suficiente para oferecer o padrão de vida que gostaria de ter a longo prazo. Por isso, planejou contribuir com a previdência privada até os 63 anos. ''Não podemos deixar a renda da melhor idade ao acaso; é necessário planejar com muita antecedência. Vou contribuir durante 26 anos'', acrescenta. A dica do consultor é diversificar os investimentos e não apostar tudo em um mesmo fundo. ''Minha estratégia é manter valores no INSS, na previdência privada e na poupança para garantir um eventual problema''.
Há 60 dias a comerciante Roseli Viero, de 50 anos, começou a reservar parte da sua renda para a aposentadoria. Ela fez um plano pensando em investir durante 10 anos para garantir melhor qualidade de vida a longo prazo. ''Tenho poupado cerca de 12% da minha renda para essa finalidade e acredito que será o suficiente para complementar o que terei na aposentadoria'', diz.
Desde 2009, o comerciante Ardinal Teixeira Ervilha faz aplicações na previdência privada. ''Queria fazer um investimento e optei por este pela segurança que oferece'', relata. Ele fez uma única aplicação há dois anos, pensando a longo prazo, no entanto, retirou parte do valor para abrir seu negócio. ''Pretendo poupar mais para aplicar na previdência e, se possível, não mexer''. (A.V.)

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