P A I N E L E C O N Ô M I C O
Vendas de Dia dos Namorados crescem
Curitiba - As vendas do Dia dos Namorados tiveram crescimento de 3% no Paraná, mas ficaram abaixo dos 7% esperados, segundo pesquisa do Instituto Datacenso para a Associação Comercial do Paraná (ACP). O consultor da ACP, Cláudio Shimoyama, explicou que, além da crise européia, o grau de endividamento aumentou e já atinge, em média, 43% da renda do brasileiro. Além disso, o País sente os reflexos da crise europeia. Outro fator negativo foi a chuva que antecedeu a data. Na média, os casais gastaram R$ 140,00. Os presentes mais procurados foram roupas (33%), perfumes (20%), calçados (12%), flores (9%) e joias (8%). A pesquisa também apontou que 76% dos consumidores preferiram pagar à vista, com dinheiro. (Equipe da Folha)
Hidronorth é destaque nacional
A Hydronorth, fabricante de tintas e resinas de Cambé, é a capa da revista Exame PME, publicação da Editora Abril destinada a pequenas e médias empresas. O vice-presidente, Matheus Góis, foi o porta-voz responsável para contar o case de sucesso da empresa no que diz respeito às estratégias de vendas e as políticas comerciais firmadas com seus parceiros. A reportagem conta o que cinco empresas consolidadas fazem para alavancar em novos mercados e melhorar os resultados. A ideia é mostrar o que um empreendedor deve levar em conta ao traçar uma política comercial para conquistar mais clientes e aumentar a produtividade dos vendedores.
Atividade econômica recua em abril
A pequena queda de 0,02% da economia em abril comparada com o mesmo mês do ano passado, segundo o índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br), sinaliza, segundo o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, um resultado ''muito ruim da economia no segundo trimestre, ainda pior do que o primeiro trimestre.'' Na margem, na comparação de abril com março com ajuste sazonal, o IBC-Br cresceu 0,22%. ''A expectativa agora é de expansão de 0,5% na comparação com o ano passado e de 0,4% na comparação com o primeiro trimestre'', afirma Vale. ''No ano, revisamos de 2,5% para 2% a expansão, algo que já estávamos alertando os clientes. Mais ainda, a taxa de 2% pode ser difícil de ser alcançada'', diz o economista.





