Vendas dos supermercados cresceram 6%
  As vendas do setor supermercadista em setembro de 2009 cresceram 6%, em relação ao mesmo mês de 2008, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação a agosto de 2009, houve queda de -4%. No acumulado dos primeiros nove meses de 2009, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o resultado chega a 5,37%. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE. Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento de 10,6%, em relação ao mesmo mês do ano anterior, e queda de 3,77% sobre o mês anterior. No acumulado dos nove primeiros meses, a alta é de 10,76%. Em setembro, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK, apresentou queda de -0,35%, em relação ao mês anterior. Já na comparação com setembro de 2008, o AbrasMercado apresentou alta de 2,91%, passando de R$ 251,99 para R$ 259,33.


Normas de crédito para cana-de-açúcar
  O Conselho Monetário Nacional aprovou concessão de crédito rural (agricultores) e agroindustrial (usinas e destilarias) para produção e industrialização de cana-de-açúcar nas áreas previstas pelo Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar (ZaeCana). A medida também veda o financiamento para produção nas áreas dos biomas Amazônia e Pantanal, Bacia do Alto Paraguai, em terras indígenas, com cobertura de vegetação nativa, remanescentes florestais, reflorestamento ou áreas de proteção ambiental. O ZaeCana, instituído pelo Decreto número 6.961, de 19 de setembro de 2009, indicou potencialidade para a cana-de-açúcar em mais de 60 milhões de hectares, considerando os critérios de sustentabilidade econômica, social e ambiental. Adicionalmente, foi encaminhado ao Congresso Nacional, o Projeto de Lei nº 6.077, de 2009, que trata das restrições à expansão da cana.


Setores têxtil e de confecções registram reação
Depois de registrar uma trajetória de demissões, o setor têxtil e de confecção brasileiro traz os primeiros sinais de recuperação. Dados do ministério do Trabalho mostram que, no mês passado, foram criados 10,5 mil empregos que geraram um saldo de 20,1 mil postos de trabalho, no acumulado de janeiro a setembro. ‘‘Percebemos a tímida reação do setor, principalmente se compararmos com os números do mesmo período do ano passado, quando chegamos ao saldo de 54,9 mil empregos’’, ressalta o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, Aguinaldo Diniz Filho. Mas, se por um lado, há sensível recuperação no que se refere a emprego, por outro o setor têxtil e de confecção fechou o mês de setembro com um déficit acumulado de US$ 1,19 bilhão em sua balança comercial, excluindo fibra de algodão. O resultado deve-se ao valor de US$ 2,48 bilhões em importações realizadas de janeiro a setembro deste ano contra
US$ 1,29 bilhões em exportações.

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