Nova linha para bens de capital e máquinas
  A definição dos valores de equalização da linha de crédito de R$ 12 bilhões para financiar máquinas e bens de capital, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), já foi publicada na Portaria número 381 do Ministério da Fazenda. A medida era o pré-requisito que faltava para que os bancos operassem a nova linha de crédito, condições estipuladas na Circular BNDES número 71/2009. O crédito, com taxa de juros de 4,5% ao ano e prazo de reembolso em até dez anos, incluídos dois de carência, já pode ser operacionalizado pelos bancos, para financiar investimentos em máquinas e tratores agrícolas. Os produtores rurais e cooperativas terão prazo, até 31 de dezembro deste ano, para contratar os financiamentos.


Economia de papel
  O Banco do Brasil passou a emitir mais de 1 milhão de boletos por mês usando apenas metade do papel antes necessário para impressão das cobranças. Agora são 2,7 milhões de boletos/mês impressos em metade de um papel A4. O Banco estima economia anual de 78 toneladas de papel. O saldo para o meio ambiente é de quase 7 milhões de litros de água e mais de 3 mil árvores. O BB adotou a medida em junho do ano passado e já deixou de gastar aproximadamente 47 toneladas de papel nos últimos 12 meses. Até o fim de 2009, um total de 8 milhões de boletos/mês serão impressos no formato ecoeficiente. Na esteira da redução do consumo de papel, o BB também investe em tecnologias que dispensam a impressão, como o Débito Direto Autorizado (DDA). No primeiro trimestre do ano, por exemplo, os canais automatizados responderam por 91,3% do total de transações no BB. Parcela expressiva (40,7%) de operações bancárias realizadas no BB é processada em caixas eletrônicos. Em média, 65% dos recebimentos de títulos e convênios, são processados pela rede de terminais de autoatendimento.

Farmácias vendem mais perfumaria e cosméticos
  O crescimento permanente das maiores farmácias e drogarias do Brasil tem um protagonista. Segundo dados coletados pela Fundação Instituto de Administração/USP para a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias, os não medicamentos continuam a encabeçar a alta nas vendas. Os produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos movimentaram mais de R$ 1,3 bilhão de janeiro a maio de 2009, índice 28,69% superior ao dos cinco primeiros meses do ano anterior. Também na comparação com 2008, a participação desta categoria no total de vendas passou de 26,72% para 27,20%. O faturamento geral ultrapassou R$ 5 bilhões. A comercialização de medicamentos alcançou R$ 3,67 bilhões, alta de 23,02%. Os genéricos renderam ao setor R$ 520 milhões, mais de 10% do total, enquanto o programa Aqui tem Farmácia Popular registrou R$ 70,4 mi. Mais de 179 milhões de clientes foram atendidos no período, com 483 milhões de unidades vendidas. Na carona do crescimento, o número de lojas também aumentou para 2.535.

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