Fórum das pequenas empresas do PR reúne-se em Curitiba

O Fórum Regional Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado do Paraná realiza hoje e amanhã reunião técnica em Curitiba. O encontro, das 9 às 17 horas, será na sede do Sebrae/PR. Em pauta, temas relacionados ao desenvolvimento do Estado a partir das micros e pequenas empresas. Esta será a primeira vez que os integrantes do Fórum Regional Permanente se reúnem, desde a posse no dia 2 de abril deste ano. O Fórum Regional Permanente foi instituído no Paraná em 2008, por sugestão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para discutir políticas em apoio às micros e pequenas empresas.


Reunião da mulher empresária em Foz
  A Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (Acifi) realiza hoje reunião do Conselho da Mulher Empresária/Executiva. O encontro tem como objetivo inserir as mulheres empresárias em um grupo de trabalho, apresentar as atividades desenvolvidas pela Associação Comercial, eleger as integrantes da direção do Conselho e determinar as atividades do mesmo para o ano de 2009, distribuindo as funções e incumbências. Será na sala de reuniões da Acifi, hoje às 18h30.

Sicredi chega a 300 mil associados no Paraná
  O Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) está expandindo no Paraná impulsionado pelo desenvolvimento e crescimento do número de associados das 27 cooperativas da instituição no estado. A instituição acaba de chegar a marca de 300 mil sócios, comprovando a identificação da população com o cooperativismo de crédito. Esse número se une aos mais de 1,4 milhão de associados, espalhados por mais 130 cooperativas em 10 estados brasileiros. O Sicredi já está presente em 260 municípios no Estado, com 311 unidades de atendimento, o que confirma que o sistema é uma boa opção para novos investimentos e, portanto, tem se consolidado como uma instituição que está preocupada em promover o crédito na região onde atua.

Crise afetou avanço de celulares 3G
  São Paulo - O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, admitiu que a terceira geração de telefones celulares ‘‘não fez tanto sucesso quanto nós imaginávamos’’, em parte por conta da crise financeira internacional, que se fez sentir no País no momento da implantação da nova tecnologia.‘‘Em função da entrada da terceira geração de telefone celular, nós acreditávamos que a substituição de aparelhos iria acontecer numa velocidade tal que iria diminuir bem o impacto da crise. Entretanto, isso não aconteceu’’, afirmou Barbato, durante coletiva de imprensa, ontem em São Paulo. Ele avalia que o receio da crise deixou consumidores mais retraídos, o que fez com que as empresas diminuíssem seus estoques. Segundo o presidente da Abinee, a queda nas vendas foi sentida sobretudo em novembro e dezembro, quando as operadoras de telefonia - as grandes clientes das fabricantes de celulares - reagiram à crise. ‘‘O receio da crise obrigou que as empresas diminuíssem sensivelmente seus estoques, o que fez com que nós tivéssemos uma queda de venda superior ao que estimávamos’’, apontou. Apesar do cenário, Barbato disse que as vendas começaram a reagir a partir do mês de março e a expectativa é de que o cenário melhore ainda mais no Dia das Mães, data comemorativa mais importante para o comércio depois do Natal.

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