Chocolate artesanal



A Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Balas e Derivados (Abicad) prevê um crescimento de 4,8% na produção do chocolate em relação ao ano passado. Destes estima-se que 3 mil toneladas sejam referentes à produção artesanal. Para competir com a indústria, os produtores artesanais apostam na qualidade e no paladar mais apurados dos clientes mais exigentes. ''A produção industrial visa mais a quantidade. É um produto universal que quer atingir a todos da mesma forma. Já o produto artesanal é mais emocional, personalizado e visa agradar o cliente individualmente'', avalia a cake designer Andressa Schmidt, proprietária da marca curitibana Ora,Bolos, que está há quatro anos no mercado. Para a Ora, Bolos a Páscoa representa um incremento de 40% na produção de chocolates artesanais em relação a outros períodos e até o momento já recebeu 30% mais encomendas do que o ano passado.




Fenacon se reúne com contabilistas de Londrina

Empresários contábeis de Londrina terão uma reunião hoje com o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon. Em pauta duas recentes modificações que incluem a categoria. Uma delas sobre as ações dos escritórios contábeis de todo o país com a entrada em vigor, no mês de julho, da categoria Microempreendedor Individual (MEI), que tem o objetivo de estimular a regularização de 10,3 milhões de empreendedores informais em atividade no Brasil. A outra aborda as mudanças decorrentes da Lei Complementar 128, que prevê um ajuste de tabela para categorias que já integravam o Simples Nacional. Os escritórios de serviços contábeis, por exemplo, migraram do anexo 5 para o anexo 3, numa ação de redução dos impostos previstos a essas empresas além de uma cobrança mais simplificada.




Telefonia celular

Brasília - A telefonia celular contribuiu de forma direta e indireta com R$ 69,4 bilhões para economia brasileira no ano passado, representando 2,39% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008. A constatação está em estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresentado ontem pelo economista Márcio Couto no 3º Acel Expo Fórum, promovido pelas operadoras de telefonia móvel. Desse total, R$ 37,6 bilhões referem-se ao valor gerado pela cadeia produtiva da telefonia celular, incluindo as próprias prestadoras, os fornecedores de equipamentos e os fabricantes de aparelhos. Ainda de acordo com o estudo, R$ 20,2 bilhões vêm de recolhimento de tributos indiretos e R$ 11,6 bilhões dizem respeito ao efeito multiplicador que o setor de telefonia móvel exerce sobre os demais setores da economia. Considerando a receita líquida das empresas de telefonia móvel, no ano passado, elas chegaram a R$ 48,1 bilhões, o que representou 1,66% do PIB. Esse desempenho é similar a de países como Rússia, Espanha, México e Chile, diz o estudo. O economista ressalta também a evolução da telefonia celular no Brasil, que
passou de 28,7 milhões de aparelhos em funcionamento em 2001 para 150,6 milhões em 2008.

mockup