OUTROS TEMPOS
‘‘Morávamos num sítio no interior de São Paulo e, como temos várias mulheres na família, meu pai resolveu abrir o bazar, considerado um negócio próprio para o sexo feminino trabalhar’’,
Tadamasa Ajimura, do Bazar Ajimura
‘‘Ninguém mais quer comprar brinquedo de corda e pilha’’,
Francisco Contato, da Relojoaria Paranaense

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