Ouro e dólar lideram ranking de setembro
O ouro foi, pela segunda vez consecutiva, o investimento mais rentável de setembro, com valorização de 13,5%, seguido do dólar paralelo, com 6,37%. O comercial sustentou a terceira posição, com uma alta de 4,13%. As posições restantes do ranking, dentro da faixa de rentabilidade positiva, foram ocupadas pelas aplicações de renda fixa, com o CDB ofertado para valores acima de R$ 100 mil à frente. O rendimento de todas, até mesmo da caderneta, superou a inflação de 0,31% calculada pelo IGP-M no mês.
A Bolsa de São Paulo fez feio, mais uma vez, segurando a lanterninha na última posição com uma perda de 17,17% em setembro. Embora tenha ensaiado reação nos dois últimos pregões, a bolsa acumula desvalorização de 30,30% no ano.
O desempenho dos ativos de risco neste mês não surpreendeu. Chamados também de ativos do medo, porque são refúgio contra incertezas, ouro e dólar dispararam empurrados pelas insegurança que tomou conta do mundo pelos ataques terroristas contra os EUA.
O avanço do preço do ouro refletiu mais a alta internacional e do dólar internamente, porque o valor externo do grama é convertido em real pela cotação do câmbio.





