O dólar paralelo, devido à crise mundial e também provavelmente pelo fato de o País estar à véspera de eleições, liderou o ranking das aplicações em setembro. Na renda fixa, o CDB prefixado de grande investidor perdeu a liderança porque os juros subiram mais no meio do mês. O ‘‘black’’ teve valorização de 6,40% nos preços de venda. Comparando venda há um mês com recompra (por cambistas) ontem, o avanço foi de 5,20%. O ouro subiu até mais, 8,25%, mas na diferença houve influência dos preços internacionais do metal, que reagiram em setembro. Além disso, o ouro não é considerada aplicação, assim como o próprio ‘‘black’’, ativo mais de proteção do que de investimento.
O CDB pré de grande investidor (quem aplica R$ 200 mil ou mais, dependendo do banco) conseguiu até 1,39% líquido, abaixo dos fundos porque os juros não estavam tão altos no último dia de agosto. O mesmo vale para a poupança. A rentabilidade dos fundos variou muito devido ao salto nos juros.

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