Rótulo moralizador

Aquilo que o Paraná estão propondo internamente (e encontra resistência na indústria moageira de café) os países da América Cetral estão tentando junto à Organização Internacional do Café (OIC):
''Que os cafés sejam obrigatoriamente rotulados para que os consumidores possam estar informados sobre a qualidade do conteúdo. A ministra de Relações Exteriores de El Salvador, Maria Eugênia Brizuela, ressaltou que essa é a úncia maneira para desencadear uma recuperação no preço do café e, ao mesmo tempo, defender e orientar os consumidores.
A notícia está no site da Coffe Break. O assunto foi tratado pela ministra em reunião com o diretor da Conferência paa o Desenvolvimeto e Comércio da ONU, o brasileiro Rubens Ricúpero, em Genebra.
Interessante é que os argumentos de El Salvador são muito semelhantes àqueles fundamentados pela Associação Paranaense de Cafeicultores (Apac) na sua tese de defesa da rotulagem e outras medidas para melhorar a qualidede do produto destinado ao consumo interno.
Não importa quem venha a ser o autor da idéia. O importante é que as informações na rotulagem sejam implantadas rapidamente. O mesmo pode acontecer com a criação da Associação dos Produtores de Arábica - também visando melhorar o mercado - proposta pelo produtor Ricardo G. Strenger. Se o Brasil não criar a APCA, a América Central o fará.
Controle biológico - O fantástico mundo do controle biológico de pragas ganha força no Paraná. Será inaugurado amanhã, no IAPAR, o Laboratório de Manejo Ecológico de Pragas que vai implementar três linhas científicas que dão suporte à agricultura sustentável e ecologicamente correta no estudo dos insetos (entomologia). São elas:
Plantas inseticidas, Insetos Vetores e Controle Biológico com uso do Trichogramma.
Plantas inseticidas, mais especificamente o nim, têm ampla aplicação no campo. O nim apresenta resultados práticos agindo sobre um grande número de pragas.
Trichogramma - O ''cultivo'' de Trichogramma, um parasitóide de ovos de pragas, será uma atividade importante do laboratório. Este inimigo natural é um dos mais estudados em programas de controle biológico no mundo.
Caiu a ficha - O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, admitiu ontem que ''a possível continuidade dos conflitos no campo, entre fazendeiros e MST, pode prejudicar os investimentos na produção agrícola do país''.
O ministro da Agricultura afirmou ser favorável a uma CPI que investigue todos os conflitos no campo, ou seja, descartando uma investigação apenas das ações do MST, como sugere a oposição e os produtores.

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