Comércio eletrônico

Segundo newsletter da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a Indústria do Cartão foi o segmento que mais cresceu nos últimos anos. Saiu de R$ 5,7 bilhões, oito anos atrás, para R$ 58,6 bi no ano passado. A Credicard lidera com cerca de 30% de market share.
Enquanto o cartão apresenta este ritmo de crescimento, a compensação de cheques bancários apresenta queda, pode-se dizer na proporção inversa.
Para especialistas da Câmara de Comércio Eletrônico este cenário não poderia ser diferente quando se fala de WEB, em que o tiquete médio tem sido superior a R$ 200,00, enquanto transações do ‘‘mundo real’’ são inferiores a R$ 70,00 e na situação em que pagamentos com cartões representam mais de 80% dos meios de pagamentos efetuados.
Diante deste cenário - facilidade de controle, maior aceitação aos lojistas e, principalmente, aumento da confiança do consumidor, a tendência que é de constante crescimento de transações comerciais na WEB e, claramente, incremento considerável do cartão como meio de pagamento.
A Câmara de Comércio Eletrônico coloca em discussão o seguinte: a segurança na Internet é um mito? Ou é o contrário? E acrescenta: segurança na Internet não é um mito.
Os técnicos da Câmara observam que o Brasil é o quinto pais do mundo em quantidade de acesso a Internet Bank, ficando atrás de 3 países escandinavos (durante boa parte do ano as pessoas só saem de casa se não houver outra opção) e dos Estados Unidos. E estamos ‘‘colados’’ nos Estados Unidos. Apesar disso o maior problema dos bancos não é a Internet. Observam também o expressivo incremento nas transações de comércio eletrônico.
Claramente percebe-se que os consumidores estão ganhando confiança e aumentado seus relacionamentos com as lojas virtuais. Esses dados demonstram que há segurança na Internet e que os consumidores estão percebendo isso.
O assunto é interessante. Será abordado com mais tempo...e espaço.
Endereço da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico:
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Divergências A incidência em cascata e a cumulatividade do PIS e da Cofins, um dos pontos da reforma tributária, podem acabar ainda este ano. Segundo o ministro Malan, a proposta está em estágio avançado no Congresso, onde, prevê, tudo pode ser aprovado nos próximos meses.
Agora a opinião do secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, sobre o mesmo assunto: ele disse que ouve muito dizer ser necessário simplificar o sistema tributário, eliminando os impostos em cascata, ‘‘mas esta é uma frase de conteúdo lógico nulo’’. Isto porque a tributação sobre o valor agregado é muito mais complexa do que a dos tributos em cascata.

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