Romero Ebrahim , de Curitiba: ‘‘Temos a satisfação de apresentar o suino.com e iniciar nosso contato com você. Somos um Portal Vertical especializado em suinocultura que reúne todas as informações técnicas, econômicas e de mercado em um mesmo local. Temos equipe de zootecnistas, veterinários e agrônomos dispostos a auxilir os produtores e consumidores.’’ (www.suino.com.br)
Celso Luiz Pozzobom , de Umuarama: ‘‘Sobre a matéria publicada no Jornal ‘‘Folha Economia’’, Coluna Oswaldo Petrin, de 14 de abril de 2001, comentando sobre boa fase do frango. Temos acompanhado diretamente o sobe e desce do mercado da carne de frango, pois somos criadores integrados de uma empresa do ramo do município de Umuarama.
O que não concordamos, e que para nós é difícil entender que os integradores trabalham muitas vezes com margens de custo e venda diferentes e quando essa margem é para menos repassam aos produtores, quando é para mais não usam do mesmo recurso.
Temos exemplos de pouco tempo atrás, o quilo vivo do frango aos integrados era pago nas granjas a R$ 0,65 e R$ 0,70 em Umuarama, o preço do milho variava de R$ 12,00 até R$ 13,00 e a empresa repassou o quilo do frango aos
revendedores a R$ 1,05 e R$ 1,10, margem de 30 a 35%.
Hoje o quilo do frango nas granjas é de R$ 0,70 a R$ 0,75, o saco de milho no mercado vale entre R$ 7,50 e R$ 8,00 e o preço do frango na câmara fria da integradora, como a sua própria matéria relata, é de R$ 1,80.
Portanto, trabalham hoje com margem de mais de 100%. De todas as vantagens e mercados que a carne de frango conquistou elas ainda não chegaram à granja e ao produtor rural.’’ (Celso Luiz Pozzobom é produtor rural e vereador em Umuarama)
Cristóvão L. B. Lemos , de Abatia: ‘‘Sou agropecuarista no Paraná, mais especificamente cafeicultor e criador de gado. Venho manifestar meu apoio ao artigo publicado em 11/4/2001, quando você abordou a questão dos subsídios dados ao agricultor norte-americano.
O governo brasileiro deveria deixar de lado a demagogia dos discursos feitos em apoio ao agricultor brasileiro e espelhar-se na agricultura norte-americana e européia, as quais apresentam o seu atual estágio de desenvolvimento em virtude do apoio dado ao homem do campo.
O apoio a que me refiro não são meras prorrogações de dívidas e planos inconsequentes como o desastrado plano de rentenção do café. Apoio é o que vemos em países como a França, na qual os subsídios são largamente utilizados para a manutenção do seu agricultor no campo, buscando remunerá-lo de forma digna, valorizando o seu trabalho. Apoio é o que vemos nos EUA, quando o governo daquele país, em virtude de uma baixa nos preços de determinado produto agrícola, envia para o seu agricultor um cheque com o valor correspondente a uma remuneração pela perda de sua renda ou quando paga para o agricultor não plantar determinada cultura havendo superprodução.
Se o governo brasileiro acredita que tais atitudes configuram concorrência desleal no mercado internacional e vem condenar os governos daqueles países, saiba o governo que é exatamente este apoio que o agricultor brasileiro espera que seja dado nos momentos difíceis. Não poderíamos nem argumentar que o Brasil é um país pobre e não tem como arcar com subsídios, tendo em vista que os valores gastos para salvar banqueiros falidos supera qualquer subsídio dado ao agricultor brasileiro.
Chega de hipocrisia. Certos estão os EUA e a União Européia ao tratar com respeito e dignidade o seu agricultor.’’ (Cristóvão Lins de Barros Lemos é empresário agropecuarista em Abatiá - [email protected]).

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