Agradecemos e retribuímos felicitações que a coluna recebeu: Associações Brasileira de Agribusiness, Abic, Abics, Brasileira dos Cerealistas, Brasileira de Supermercados, Abad, Distribuidores, Comercial de Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, Brasileira de Charolês, Brasileira de Derivados de Mandioca, Criadores de Manga Larga, Paranaense dos Criadores de Suínos, Paulista de Avicultura, Audi Senna Comunicações, Âncora Comunicação Empresarial, Antônio Costa Leilões, Indústrias Moageiras de Trigo, Casa da Imprensa Comunicações, Caramuru Alimentos, Confederação Nacional da Agricultura, Banco do Brasil, BBVA-Banco, Banco Itaú, Bradesco, Encalso Egenharia, Fazendas Reunidas Boi Gordo, Fiat do Brasil, Serasa, Sadia, Singular Comunicação, Construtora LR, Coopavel, Coopervale; Luiz Carlos Rizzo, Sindicatos: Rural de Cornélio Procópio, de Umuarama, de Cascavel, de Astorga, Lufthansa, Montezuma Cruz, José C. Franco, Wilson Baggio. Tabmém retribuímos os votos dos deputados federais e estaduais, senadores, aos leitores Cármine Zoppo, Daniel Garient.
Obrigado. Comemore o Natal com um bom vinho, um espumante nacional ou um champanhe safrado.
O vinho no seu melhor momento, alimentem-se dele.
Se branco, tome frio, quase gelado. Sem esquecer que a temperatura ambiente do tinto é uma temperatura leve, e não a calorenta do nosso verão: 25 graus é o máximo. Para isto não tenha constrangimento de deixá-lo algumas horas na geladeira. Uma premissa que pode ser levada em conta. O vinho, quanto mais encorpado, mais frio...e melhor.
Aliás, sobre vinho, aprendi que alguns mitos foram sepultados. Quem ensina é autoridade no assunto, Aguinaldo Zackia Albert, presidente da Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho (Spav), a mais antiga confraria. São 200 sócios, apreciadores do vinho e da cultura que permeia seus hábitos, sua história.
Um mito, que já não existe e nem deveria ter existido, segundo o especialista: ‘‘Quanto mais velho, melhor.’’ Verdadeiro ou falso? Falso. ‘‘Todo vinho, dentro da garrafa, tem um apogeu e um declíneo’’, ensina Zackia. Para 95% do que há no mercado aconselha-se comprar safras mais recentes. Vinho velho fica oxidado. Claro que há os vinhos, com os grandes bordos, que você deve guardar para beber.
Outro mito: no Brasil as pessoas tomam os vinhos brancos muito gelados, alguns ‘‘estupidamente’’ (entre 10 e 11 graus seria o ideal), enquanto os tintos são ingeridos muito quentes.
Mais um mito: ‘‘os vinhos bons mesmo são encontratos entre os tintos’’. Segundo Aguinaldo Zackia Albert, pode ser que os melhores vinhos para a saúde estejam entre os tintos. Porém, em termos de qualidade, paladar etc, um excelente vinho também pode ser encontrado entre os bancos, verdes tinto...
Festas de fim de ano no Brasil são propícias para consumo de vinhos espumantes. Na Europa, espumantes não têm ocasião determinada. São consumidos em qualquer época do ano, em todas as ocaisões. Para Zackia é uma pena que aqui não se tome com frequência pois os melhores vinhos brasileiros são os espumantes.
O consumo de vinho no Brasil é baixo, 2,5 litros per capita/ano, contra cerca de 40 litros na Argentina; 60 na Itália e 63 na França.
Zackia é otimista com relação à qualidade do vinho brasileiro. Afirma que as indústrias têm investido bastante em equipamento, tecnologia de produção da matéria-prima e treinamento de mão-de-obra.
A Serra Gaúcha tem equipamentos modernos e está bem estruturada.
Mas que ninguém se iluda: os vinhos brasileiros nunca serão vinhos excepcionais. Não neste século que se inicia, pelo menos.
O mundo está tomando menos vinho, diz Zackia Albert. Mas os vinhos que se toma são de melhor qualidade. A objetividade e a pressa da vida moderna estão mudando os hábitos dos consumidores europeus. Cita o exemplo do operário italiano. Hoje ele não sai de casa com um garrafão de vinho para tomar na hora do almoço. O tempo é menor e a pressão do trabalho impõem novo ritmo também na hora da refeição.
Em compensação, toma-se mais qualidade.
Saiba sobre vinho no site www.sbav-sp.com.br Telefone: 11 3814 7905

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