Sábado, Dia do Leitor
José M. Dalberto, de Cianorte: ‘‘A coluna deveria verificar a possibilidade de colocar os preços de bezerros e boi magro.’’
Jurandir F.S.Freire, de Paranavaí: ‘‘As cotações de bezerro eram uma constante na sua coluna, que agora passou a publicar apenas os preços de boi gordo. Gostaria de lembrar que, se possível, fosse feito o referido acompanhamento de preços, já que tirante os boletins por assinatura, não há outra fonte de consulta para este mercado, que é forte no Paraná. Se possível uma informação que não puxe os preços para cima, como estamos acostumados a ver. É preciso também uma política de incentivo à comercialização de bezerros das regiões Sul e Centro, que têm boa produção, mas nenhuma vocação para a engorda profissional.’’
Nota : Quanto aos preços, o mercado, dependendo da época, acentua mais a diferença entre animais de cruza industrial e os comuns, sem controle. Quando a demanda é forte essa diferença ocorre o estreitamento da margem diferencial. A Bolsa de Mercadoria e Futuros (BM&F) prometeu criar contratos de gado de reposição (incluindo terneiros e bois magros), mas até hoje não conseguiu pôr a idéia em prática. O assunto é estudado por especialistas da Esalq (Piracicaba SP). A proposta da BM&F seria a de indicar o preço por peso, como é feito no Rio Grande do Sul. Um ano atrás, este assunto foi discutido nesta coluna. Criou-se a expectativa e as opiniões se dividiram. Mas, a princípio, a fixação desse critério poderia evitar polêmicas e desinformação.
Tarcísio S. Bernardi, de Maringá: ‘‘No recente encontro do café, em Londrina, entre frases cobrando apoio do governo estadual, tive a oportunidade de ver no seu jornal uma declaração do presidente da APAC, sr. Newtor Carneiro, de que o dinheiro anunciado dias antes pelo ministro Pratini de Moraes não estava chegando aos produtores, apesar do anúncio feito em voz alta e sob calorosos aplausos. Até imagino o motivo de o banco não repassar. Em algumas agências, pelo menos, se o candidato ao crédito tiver uma pequena pendência já é suficiente para sair de mãos abanando. Só que não é sobre isto que quero falar. Pergunto: O que a referida Associação está fazendo em nome dos produtores para pelo menos - como dizem por aí - reverter a situação? Que respostas podemos ter, hoje da Apac, passadas já três semanas dessa verificação? Ou o dinheiro está chegando para alguns? Quem recebeu que se pronuncie, vamos juntos comemorar. E a Associação está negociando com o governo algum tipo de ação nesse sentido?. Ficaria satisfeito também se o nosso líder desse uma direção neste sentido.’’

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