Faixa de fronteira
-A medida provisória (MP) que trata da situação das terras nas chamadas ‘‘faixas de fronteira’’ é uma ameaça aos produtores. Tem tirado o sono de muita gente. Os proprietários são ameaçados com a perda das terras, sem direito à indenização, caso as propriedades não atendam integralmente a função social como, por exemplo, a manutenção da Reserva Legal de 20%. Reserva de 20%. Como se vê, não é difícil ‘‘não atender integralmente’’ a função social.
-As normas que regerão a MP da faixa de fronteira são temas de reuniões programadas pela Faep. Hoje será em Pato Branco e Umuarama; amanhã, 23, será em Toledo. Participam produtores interessados em conhecer as diretrizes dos procedimentos administrativos de ratificação das alienações de terras nas faixas de fronteira.
-A assessoria da Faep informou ontem que o presidente da entidade, Ágide Meneguette, vai coordenar os encontros com auxílio do consultor para assuntos fundiários, José Guilherme Cavagnari. A medida provisória, na prática, pode trazer a anulação dos documentos de domínio das propriedades nas faixas de fronteira, originários de titulações do governo do Estado entre as décadas de 1930 e 40, sem o atendimento aos aspectos legais da época.
-Os proprietários são ameaçados com a perda das terras sem direito a indenização, caso as propriedades não atendam integralmente a função social, como por exemplo a manutenção da Reserva Legal de 20%. Neste caso, os donos só receberiam o valor das benfeitorias das áreas, sem direito ao valor da terra nua.
-Segundo diz o texto da medida provisória, a ratificação administrativas das concessões e alienações, procedidas pelos Estados na faixa de fronteira, deverá observar as seguintes situações: na faixa de 66 quilômetros de largura, a partir da linha de fronteira, no período compreendido entre a vigência da Constituição de 1891 e da lei 4.947, de 6 de abril de 1966.
-Ficam igualmente sujeitas ao processo ratificatorio, as alienações ou concessões de terra devolutas de domínio dos Estados, efetuados na faixa de segurança nacional, sem o prévio assentimento do então Conselho de Segurança Nacional, nas seguintes circunstâncias: na faixa de 66 a 100 quilômetros, a partir da linha de fronteira, no período compreendido entre a vigência da Constituição de 1937 até a lei 2.597, de 12 de setembro de 1955.
-A reunião em Pato Branco será no Centro regional de Eventos, rua Benjamin Constant, 111, na parte da manhã. Em Umuarama será às 14 horas no auditório do Sindicato Rural, avenida Brasil, 3547. Na sexta-feira, o encontro acontece em Toledo, no Olinda Park Hotel, Rodovia PR-182.

Prêmio AG 6018
Hoje e amanhã agricultores de vários Estados estarão reunidos em Foz do Iguaçu para a entrega do prêmio aos vencedores da ‘‘Competição Tecnológica Agroceres AG 6018. O evento acontece no Mabu Thermas e Resort.

É paranaense!
O campeão nacional é um paranaense de Castro: João Galvão Prestes; os primeiro e segundo lugares dos Estados do Sul também são de paranaenses: Osmar Wilgenberg Júnior, de Ponta Grossa, e Irmãos Gregio, de Guarapuava.

12.780 kg/ha
Prêmios também são entregues a agricultores do cerrado. O novo híbrido AG 6018 está surpreendendo o mercado com altas produtividades. Galvão, campeão nacional, colheu 12.780 kg/ha, ou 213 sacas/alqueire.

Sanidade
O novo híbrido traz ao mercado, além de performance produtiva, muita segurança: apresenta resistência ao acamamento, tolerância às condições de seca e tem ótima sanidade. Os grãos têm elevada qualidade nutricional com baixo nível de ardidos.

Tecnologia
Agroceres, este ano, atende 2% do mercado com o novo produto e sua procura tem superado a oferta de sementes. A empresa tem 54 anos de mercado de sementes de híbrido e é líder desde que foi criada. O AG 6018 é para quem usa alta tecnologia.

mockup