‘‘Claro que não. Tenho ouvido que o governo vai fazer isso, mas ainda não aconteceu. Empresto dinheiro para girar minhas mercadorias. Pago entre 5% e 10% no cheque especial, o que é muito alto. Como pequenos comerciantes, estamos tendo muita dificuldade para continuar trabalhando’’
Senilda Morgani, empresária

‘‘Não acho. Estou trabalhando com taxas de empréstimos variando entre 10% e 15% no cheque especial. Tento não repassar este custo para os clientes. Estou repassando pouca mercadoria para que outras pessoas revendam meus produtos, devido a baixa margem de lucro. Com juros baixo, criaria mais emprego’’
Claudia Pissolato, lojista de semi-jóias.

‘‘De uma maneira geral, todo produto que vou comprar a cada semana está embutido mais juros. O comércio em geral está repassando este custo para os consumidores. No banco com que trabalho estou pagando 8,8% de juros. É rumim para a gente e
para o cliente’’
Angelo Geremias Riçatto proprietário de buffet infantil

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