A greve geral dos trabalhadores da Argentina também atingiu os principais órgãos públicos, em Puerto Iguazú, como a prefeitura e a câmara de vereadores. O único hospital da cidade também foi afetado pelo movimento grevista e atendeu somente os casos com urgência. O aeroporto registrou movimento abaixo da média (pela manhã nenhum avião pousou ou decolou). Já o comércio funcionou normalmente. Não houve protestos.
Enquanto estava na fila para retornar ao país vizinho, o servidor público Roberto Garay, 42 anos, lamentou o pacote anunciado pelo presidente Fernando de la Rúa que, entre outras medidas, determinou corte de 13% no salários do funcionalismo. ‘‘Recebo 900 dólares por mês. Com a redução, meu salário vai cair para 780 dólares’’, criticou o funcionário do Parque Nacional do Iguazú (A.P.)

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