Curitiba - As medidas do governo de desoneração de tributos, entre outras, não representaram um impulso para o PIB. Além disso, está ocorrendo uma asfixia do orçamento das famílias que estão endividadas. A opinião é do professor da Escola de Negócios da PUCPR e conselheiro do Conselho Regional de Economia do Paraná (Corecon-PR), Carlos Magno Bittencourt.
"Continuamos patinando e ainda há a valorização do dólar que prejudica os produtos nacionais", afirmou. Para ele, o PIB ainda continua com um resultado pífio. Bittencourt prevê que o resultado do PIB do terceiro trimestre do ano ainda será tímido.
O professor disse ainda que, com a precariedade da infraestrutura do País, as empresas não investem. Ele lembrou que os protestos que aconteceram em várias cidades brasileiras no mês de junho mostraram a insatisfação da sociedade com a política econômica atual e seguraram as vendas do comércio. Para ele, o PIB do País vai fechar o ano com crescimento, no máximo, de 2,5%. (A.B.)

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