Cu­ri­ti­ba - Flo­ri­cul­tu­ras, far­má­cias, lo­jas de ma­te­rial de cons­tru­ção, brin­que­dos e mó­veis vi­ram nas vi­tri­nes uma chan­ce de ­atrair um pú­bli­co di­fe­ren­cia­do. E is­so ge­ra ­mais cam­po de tra­ba­lho pa­ra os vi­tri­nis­tas. Mas as lo­jas de rou­pas con­ti­nuam dan­do ­mais chan­ces pa­ra os pro­fis­sio­nais do se­tor.
  An­der­son dos San­tos Xa­vier é vi­tri­nis­ta há um ano e ­meio. Ele fez o cur­so no Se­nac e ini­ciou as ati­vi­da­des lo­go em se­gui­da. Ho­je, é o res­pon­sá­vel pe­lo vi­sual da vi­tri­ne e do in­te­rior de uma das lo­jas da re­de Sul Cen­ter, em Cu­ri­ti­ba. Ele foi con­tra­ta­do es­pe­cial­men­te pa­ra exer­cer es­sa ati­vi­da­de e pro­cu­ra sem­pre se man­ter atua­li­za­do com o que a mo­da e o mer­ca­do tra­ba­lham. ‘‘É ne­ces­sá­rio es­tar an­te­na­do ao gos­to do ­consumidor’’, in­di­ca. Xa­vier acre­di­ta que o mer­ca­do é ex­ce­len­te pa­ra ­quem gos­ta de pes­qui­sar o mun­do da mo­da. (D.C.)

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