O ex-diretor técnico da Sercomtel, José Marques Guimarães, trabalhou por 14 anos na operadora. Chegou a assumir a presidência da empresa por três meses no período em que o então presidente Nivaldo Gotti deixou o cargo para ser candidato a vereador. ''Já fui contra a venda em outras oportunidades, mas hoje sou favorável'', diz Guimarães.
Segundo ele, desde quando a Sercomtel foi transformada em Sociedade Anônima (S/A) já existia um cenário nacional a ser descoberto. ''Eu entendia que havia a possibilidade da Sercomtel se transformar numa operadora, no mínimo, estadual ou regional com a abertura das telecomunicações. A Sercomtel perdeu o momento histórico de expandir as fronteiras. Os horizontes hoje são pequenos, mas acho que ainda há tempo de algum grupo comprar o controle acionário, embora a maioria já tenha rede em Londrina. O fato da Sercomtel ter uma carteira invejável de clientes pode ajudar nesta negociação'', argumenta o ex-diretor, que sugere uma parceria entre o município e a Claro, que ainda não tem planta na cidade. ''Esta talvez seja hoje a maior interessada na Sercomtel''.(V.B.)

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