Opções para economizar são poucas
Para João Paulo Barros da Silveira, os condomínios que já fazem uso do gás de cozinha para aquecimento de água não têm muitas alternativas de energia para o barateamento dos custos. Duas soluções propostas pelo coordenador seriam a negociação junto às revendedoras e a instalação de relógios individuais para a verificação do consumo do gás.
''Já chegamos a sugerir aos síndicos filiados ao Secovi uma reunião com as revendas da cidade para negociar em bloco. Acredito que assim seria mais fácil obter descontos nos contratos de fornecimento. Mas os síndicos não se animaram com a idéia'', conta Silveira. Síndico em seu condomínio, Silveira afirma ter conseguido desconto de 13,35% no preço do cilindro, graças a negociações estabelecidas com seu fornecedor. Eliminando a opção de negociar, restaria somente a instalação de relógios individuais para verificação de consumo, o que, segundo Silveira, poderia ajudar bastante. ''Quando a conta de gás vem diretamente para as pessoas, elas passam a ter mais responsabilidade na hora do uso''.
A instalação de placas para captação de energia solar, segundo Silveira, é uma alternativa que só pode ser adotada em prédios que ainda estão em fase de construção. ''Essa tecnologia exige o uso de sistemas hidráulicos especiais, o que exigiria muito investimento de condomínios já estabelecidos''. Em Londrina, Silveira estima que menos de 5% dos condomínios façam uso de energia solar.





