Opções de financiamento atraem consumidores
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Agência Graffo 
De acordo com os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em outubro deste ano foram vendidos 244,5 mil veículos automotores no país, considerando os nacionais e importados. Houve uma alta de 39,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram vendidas pouco mais de 175 mil unidades.
O que chama atenção dos consumidores são as formas de pagamento disponíveis no mercado. Elas facilitam a compra do zero-quilômetro e, por consequência, aumentam as vendas. Se antes, o prazo máximo de financiamento era de 72 vezes, agora o brasileiro pode comprar o carro zero parcelado em 99 meses, com juros a partir de 0,89% ao mês (11,21% ao ano).
O financiamento comum (CDC) é a modalidade de crédito para aquisição dos veículos mais conhecida pelos consumidores. Entretanto, o leasing tem ganhado cada vez mais espaço na preferência. De janeiro a setembro deste ano, esse tipo de financiamento teve alta de 69,2%, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Associação Nacional das Empresas Financiadoras das Montadoras (Anef). Cerca de 70% dos contratos feitos, este ano, são de leasing.
A modalidade é semelhante ao aluguel. A grande vantagem são as taxas menores, fazendo com que as parcelas fiquem mais baratas que as do CDC. No leasing, o consumidor paga Imposto sobre Serviço (ISS) de valor médio de 0,25%. No CDC essa taxa chega a 2%. Os impostos são diferentes porque o proprietário do veículo é o banco e não o consumidor. Entretanto, há também desvantagens porque, no leasing, o consumidor só pode quitar o débito antecipadamente após 24 meses e o veículo não pode ser vendido até que a dívida seja quitada integralmente.


