O mercado físico do boi gordo começou a semana caracterizado por um volume relativamente pequeno de negócios. Porém, as escalas de abate, especialmente dos frigoríficos de maior porte e exportadores, continuam longas, informou ontem o analista da FNP, José Vicente Ferraz. Para os pecuaristas, isto adia novas altas de preços. ''O preço só vai reagir quando nós, produtores, parcelarmos as ofertas e distribuirmos melhor a engorda'', disse ontem um empresário do setor de confinamento que pediu para omitir o nome. ''O que existe com a pecuária, hoje, é uma concentradação da oferta por falta de tino comercial do pessoal que cria a pasto (pecuária extensiva); eles tinham que programar a produção e repensar sua estação de monta''. O preço máximo da arroba, ontem, segundo a Seab, foi de R$ 59,00, pago na praça de Umuarama.

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