O último obstáculo para a total navegabilidade da Hidrovia do Mercosul, a Hidrelétrica de Itaipu, poderá ser transposto em metade do tempo estimado. Até agora, a expectativa era de que a obra estivesse pronta daqui a dez anos. Mas seis grupos estrangeiros de estruturação de negócios em infra-estrutura, que já procuraram a Agência de Desenvolvimento Tietê Paraná (ADTP), têm interesse em construir uma ‘‘solução’’ - não necessariamente uma eclusa - que permita a transposição de Itaipu.
A partir do início das operações da eclusa de Jupiá em janeiro, três grupos somaram-se aos outros três que já tinham estado na ADTP. São três americanos, dois alemães e um inglês. Os nomes não são revelados, mas as empresas dos Estados Unidos estão ligadas ao Tennessee Valley Authority, o maior grupo de energia do País, que trabalha associado a 160 empresas regionais.
O diretor executivo da ADTP, Carlos Roberto Silvestrin, informou que, além de estudar as tecnologias possíveis para a transposição hidroviária de Itaipu, essas empresas avaliam as oportunidades de negócios para a região da Hidrovia do Mercosul.

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