‘‘Está caro. Por isso, aproveito quando aparece promoções. Dependendo da distância e tempo, revezo a tarefa com meu marido. Prefiro comprar contra-filé, coxão mole e bisteca. Às vezes, troco a carne vermelha pelo peixe para variar um pouco o cardápio’’.
Cleide Souza, auxiliar de cartório.

‘‘No último mês, ele caiu um pouco. Quando encontro uma boa oferta costumo comprar mais que o necessário e congelar. Em casa, comemos carne todos os dias, mas alternamos o boi com frango, peixe e porco. Eu, por exemplo, adoro carne suína. Outro dia, comprei pernil de porco por R$ 2,39 perto da minha casa’’.
Maria Francisca Lacerda, auxiliar de serviços gerais.

‘‘Acho que está bom. Em casa, não corremos atrás de ofertas porque fazemos uma compra mensal. A escolha do supermercado depende das conveniências do dia. Mas não pode faltar carne no almoço nem no jantar’’.
Andréa Cristina Santos, acompanhante de idosos.

‘‘Eu, particularmente, não como carne vermelha, mas compro porque o marido e os filhos gostam. Embora a qualidade do produto tenha caído nos últimos meses, o preço continua alto. Para economizar faço pesquisa, comparo os preços e aproveito as ofertas. De qualquer forma, ainda acho a carne branca mais barata’’.
Genir Taschetti, cozinheira.

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