O governo federal pretende investir R$ 5,9 bilhões na área de habitação até o final do ano, com a meta de criar mais 500 mil empregos diretos e beneficiar um milhão de pessoas. Os recursos são oriundos da Caixa Econômica Federal e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.
Os mutuários poderão ter acesso ao financiamento da casa própria, via ‘‘Poupanção’’. Após um ano de depósitos, sem interrupção, os mutuários terão acesso a financiamento correspondente a 80% do valor do imóvel até R$ 180 mil. Acima desse limite, o financiamento cai para 30% do valor total do imóvel. As taxas de juros serão de 10,5% ao ano, mais TR.
Os mutuários poderão recorrer ainda aos recursos do FGTS que poderão financiar a aquisição do segundo imóvel pronto, sem limitação por faixa de renda. O limite de renda exigida sobe de 12 para 20 salários mínimos. O comprometimento de renda ainda é de 30% e a taxa de juros será de 6% mais TR. Antes, variava de 3% a 7% mais TR.
As construtoras terão acesso ao crédito do FGTS com demanda caraterizada, com a garantia de 50% do imóvel vendido na planta e a construtora deve fazer o seguro de garantia de término da obra. (V.C.)

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