O QUE PREVÊ O ACORDO
Medidas incluem incentivos fiscais e obras para
compensar o fim das compras ilegais na fronteira
•Permissão das compras livres de taxação (até US$ 150) somente aos turistas que comprovem que estão visitando a fronteira
•Oferecer financiamentos aempresas brasileiras que queiram se instalar no país vizinho, convertendo os impostos cobrados no Paraguai em crédito tributário a ser descontado em Imposto de Renda pago no Brasil
•Incentivar os chamados sacoleiros a criar microempresas, eliminando assim a circulação dos mesmos na fronteira, já que comprariam os produtos por meio de importadoras legais
•Criar uma zona livre na fronteira para que os produtos sejam importados por atacadistas e colocados à venda para microempresários cadastrados
•Investir US$ 102 milhões em obras na fronteira e em equipamentos para a polícia fiscalizar melhor a região
•Financiar a construção de 180 quilômetros de uma rodovia que vai ligar Foz do Iguaçu a Juan Ramos Chávez, o que custaria US$ 90 milhões
•Conseguir outros US$ 300 milhões, através do BNDES, para promover outros projetos e obras na região
* As duas últimas medidas serviriam para ‘‘compensar’’ a queda na arrecadação de divisas do governo paraguaio com o comércio de produtos ‘‘exportados’’ para o Brasil