‘‘Na minha opinião são as tarifas públicas. Isso tem castigado, principalmente, as pessoas de baixa renda. Os remédios também têm preços altos. Agora, alimentação e roupa, acredito que tenham se mantido com preços estáveis, não são itens que oneram tanto o orçamento.’’
Alcides Camilo de Lima, aposentado


  ‘‘Eu moro com a minha filha, então, não tenho despesas com água, luz e telefone, por exemplo. Gasto mais com roupas, sapatos e acessórios, e sempre pesquiso bastante antes de comprar. Na hora de comprar remédio também não gasto muito, pois uso o cartão próprio da farmácia e ganho descontos’’.
Maria de Lourdes da Costa Martins, aposentada


  ‘‘O básico da alimentação - o arroz e feijão - não é tão caro, o que pesa mais são os supérfluos. Água, luz e telefone também têm preços exorbitantes. Acho que deveria haver tarifas diferenciadas para as pessoas mais idosas. A mesma para os remédios, que às vezes, custam ‘o olho da cara’’’.
Expedito dos Reis, mestre-de-obra

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